segunda-feira, 2 de maio de 2011

M.O.A.C.Y.R.

Segunda-feira, 03 de março de 2008.
Meu fim-de-semana foi totalmente “família”. Como boa canceriana que sou, adoro esses momentos. Na sexta à noite tivemos cinema em casa. Sábado fomos ao parque com as meninas pela manhã, almoçamos fora e à tarde visitamos a vovó Raquel, mãe da minha falecida mãe. No domingo, dormimos bastante e depois fomos ao zoológico. À noite jantamos pizza numa deliciosa cantina perto de casa e as meninas foram para a cama cedo. Aproveitamos para fazer um amorzinho gostoso: na cama, convencional, sem grandes estripulias. Em seguida dormimos de conchinha. Não poderia ser diferente.
Apesar das férias terem terminado, sinto-me um pouco aliviada por saber que não preciso mais levar as meninas ao colégio. Não por elas, que são minha vida, mas por poder acordar um pouco mais tarde e ir direto para a academia antes do trabalho.
Na redação do jornal parece que nada mudou. Minha sala continuava como deixei, exceto pelas plantas que ficaram aos cuidados de Mônica, minha secretária. “Espero que ela me devolva logo”, pensei assim que pus os pés na sala. Adoro verde e não sei viver sem clorofila.
Mesmo não tendo viajado desta vez, consegui me desligar totalmente do trabalho. Não pretendo contar minha rotina profissional e por isso não vou entrar em detalhes, mas posso dizer o que faço: sou diretora comercial de um grande jornal da capital de São Paulo.
Durante as primeiras horas tomei ciência de minha agenda e Mônica me deu todas as informações necessárias para não pegar o bonde andando na reunião que teríamos à tarde. Muita gente passou por minha sala para desejar boas vindas e percebi que havia um funcionário novo quando fui chamada à sala de Laércio, o “Grande”. Estava sentado, concentrado no computador e não notou minha presença. Não pude formar nenhum tipo de opinião sobre ele, apesar de saber que em breve Mônica me daria sua ficha completa.
Laércio me aguardava em pé, encostado em sua mesa, me olhando com cara de lobo mau aposentado. Baixinho, de meia-idade, corpulento, careca reluzente e brilhantes olhos azuis, sempre risonho e bonachão, é o tipo de chefe que todos respeitam, mas que ninguém teme. É muito bom trabalhar com ele, uma das razões pelas quais nunca abdiquei do meu trabalho em prol da família. Tive licença estendida por causa das gêmeas, mas meu lugar sempre esteve vago, me esperando.
- Bom dia, minha flor. Como foram suas férias?
- Ótimas, chefinho, mas eu não via a hora de voltar – puxei-o pela gravata insinuando um beijo na boca que nunca aconteceria. Beijei sua testa.
- Você não perde o costume de me deixar na expectativa toda vez que vem à minha sala, não é?
- Não diga mais nada, ou o processo por assédio sexual! – ri alto, dando a volta na mesa e sentando em seu lugar.
- Você pode, não é? Sou assediado por você há anos e nunca reclamei.
- Cômodo... Quais são as novas?
- Você não lê jornal, não?
Rimos da piada e então ele passou a relatar todas as coisas importantes que aconteceram  durante a minha ausência.
O dia foi tranquilo e eu me senti bem após o expediente. Fui para casa feliz e sem me sentir cansada.
Logo que saí do prédio, percebi um sujeito acenando para mim no trânsito. Pensei que fosse alguém conhecido, mas depois que reparei melhor, percebi que era um tipo totalmente diferente. Estava metido em um utilitário branco, com emblema de alguma empresa, provavelmente era motorista ou entregador. Era um rapaz negro, bonito, tinha cerca de 30 anos e usava cavanhaque. Imaginei que minha porta estivesse aberta e conferi as travas, não havia nada de errado com o carro. Parei no farol e abaixei o vidro, pois ele balançava as mãos insistentemente num movimento que eu não conseguia decifrar. Tirei os óculos escuros e perguntei o que era afinal:
- Preciso falar com você de qualquer jeito, moça bonita. Me dê seu telefone!
- Não posso dar meu telefone a você, só tenho um. Está tentando me assaltar? – brinquei, mas fechei os vidros e continuei meu caminho.
Era simples: ele estava me paquerando. Resolvi despistá-lo, pois eu queria chegar cedo em casa, mas ele pisou firme atrás de mim e parecia decidido.
Vez por outra emparelhava com meu carro e gesticulava como quem diz “Vai devagar, você está correndo muito” e eu respondia do meu jeito, para que ele lesse meus lábios “Es-tou-com-pres-sa”. Talvez assim ele desistisse.
A perseguição durou mais de 15 minutos, que é o tempo que eu costumo gastar no trajeto do trabalho para casa, mas ele continuava insistindo para eu parar. Eu já estava perto de casa e comecei a imaginar que o que estava sendo divertido poderia ser perigoso. E se ele fosse um seqüestrador disfarçado? Aquilo foi me tomando num misto de medo e tentação e eu resolvi ver até onde aquilo iria.
Eu nunca tive medo do perigo, pelo contrário, o perigo me excita. Fui além quando passei pelo portão de casa, não queria que ele soubesse onde eu moro. Mais a frente tem um largo bem iluminado, onde ficam carros estacionados e um posto policial. Achei que ali eu não correria risco de ser carregada à força. Parei o carro e desci. Ele parou atrás e esperou:
- Você é maluco? Até onde pretende me seguir?
- Até onde você for – sorriu com a maior cara de safado que já vi.
- Quero ver seus documentos.
- Por que? Você é da polícia?
- Não. É que não falo com estranhos.
- Garota esperta. Gostei de ver – sacou a carteira e me entregou o RG.
Pedi que esperasse. Fui até meu carro, peguei minha bolsa, coloquei seu RG no banco do carona e voltei ao utilitário. Entrei e sentei a seu lado. Ele ficou boquiaberto. Imagino que jamais esperasse tal atitude de minha parte. Então eu ordenei:
- Vamos!
- Aonde? – perguntou desconcertado.
- Se eu tiver que dizer a você aonde vamos, não iremos a lugar algum. Desço aqui mesmo.
- Onde está meu documento?
- Em um lugar seguro.
- Você é maluca?
- Talvez... – sorri.
- Como é o seu nome?
- Não interessa! Ande logo que não tenho muito tempo.
- Uau... – sorriu ele, mais à vontade, mas ainda inseguro..
Ele manobrou o carro lentamente e deu a volta pelo largo. Entrou em uma rua que nos levaria na direção de onde viemos.
Coloquei a mão em sua coxa, por cima da calça e procurei seu membro. Agarrei-o com força e ele soltou um suspiro:
- Gata...
- Xiii... Quieto! Dirija com atenção.
- Vou fazer o possível...
Abri seu zíper e senti que era enorme, já estava duro de tesão e mal cabia na cueca. O trânsito começava a aumentar naquele horário e então o carro andava poucos metros e parava por um bom tempo. Aproveitei para abocanhá-lo, sem colocar em risco nossas vidas. Não queria que ele perdesse o controle do carro. Teve um momento em que parou um caminhão ao lado e notei que estávamos sendo observados.


O vidro do carro estava fechado, mas era um vidro claro e quem estivesse de cima poderia ver a cena. Levantei-me e dei de cara com um senhorzinho sorridente ao volante do caminhão, olhos vidrados em mim. Olhei bem no fundo de seus olhos e passei a língua no vidro, lentamente, de baixo até em cima. Ele deve ter ficado maluco de tesão. Ficou paralisado, pensei que iria enfartar, pelo modo como arregalou os olhos. O trânsito andou e eu voltei ao que estava fazendo antes. Engoli o membro grande e grosso de Moacyr – nome que constava no documento – e continuei o que estava fazendo.
Não muito distante de casa, chegamos a um motel. Ele desceu e veio abrir minha porta. Era quase da minha altura, cabelos crespos, olhos castanhos claros, boca grande e carnuda, dentes brancos e arcada perfeita, usava calça social escura e camisa branca, com o nome da empresa bordado no bolso. Não parecia ter trabalhado o dia inteiro, cheirava bem, tinha acabado de sair do banho eu diria. Adoro cheiro de homem com cheirinho de sabonete e aquilo me deixou muito mais acesa,. tanto é que não resisti e meti a boca minutos antes.
Desci do carro com seu auxílio e ele me ergueu em seus braços e me beijou, enfiando sua enorme língua na minha boca, sugando-me até a alma, enquanto caminhava para o quarto comigo no colo, como se fosse um neandertal.
Abriu a porta e colocou-me sobre a cama, começou a despir-me com pressa. Desabotoou a calça e tirou minhaa calcinha com os dentes. Depois passou para a parte de cima. Eu estava de tailler, mas por baixo usava um blusa aparentemente bem comportada, de frente única e sem sutiã. Ele segurou meus seios com suas mãos grandes e apertou-os, em seguida enfiou a mão por baixo de mim e começou a massagear meu clitóris. Chupou-me com tanta fome que parecia que ia me deixar gasta, roçando seu cavanhaque, o que provocava umas cócegas gostosas. Depois ele comeu minha bonequinha com maestria. Mexia gostoso, me deixando alucinada. Gozei em poucos minutos. Deixou-me pairar na cama enquanto meu corpo convulsionava e então virou-me de costas, mordeu meu bumbum, lambeu meu ânus, umedecendo-o. Senti aquele pau imenso penetrar-me por trás. Ele sabia fazer tão bem que não senti nenhum desconforto. Segurou meus cabelos e meteu com força até gozar em meu “cuzinho apertadinho”, como balbuciou, urrando de prazer. Percebi que ele queria mais. Se dependesse dele ficávamos ali a noite toda. Mas interrompi a festa, avisando que se eu não chegasse em casa em meia hora meu carro seria encontrado perto da minha casa, por meu marido no caminho de volta do trabalho, com seu RG dentro e, certamente, ele chamaria a polícia.
- Sua louca! Gostosíssima, mas louca! Nem vou mais aguentar trabalhar hoje, estou com as pernas bambas.
Saímos dali em poucos minutos e ele me deixou no mesmo lugar que havia pego, olhando em volta, ressabiado, com medo que o Haroldo aparecesse de repente.
Lembre-se: sexo seguro ou nada de sexo! Use camisinha.

domingo, 1 de maio de 2011

T.R.Ê.S.

Sexta-feira, 29 de fevereiro de 2008.
A maioria das pessoas que conheci ao longo de minha vida jamais desconfiou que minha inclinação para o sexo seja tão ardente e natural. Uma vez, conversando com o Haroldo, ele disse que eu era ninfomaníaca. Mas não é verdade. Eu não penso em sexo o tempo todo, também não faço sexo o tempo todo, não tenho grandes fantasias, não transformo o momento em um ritual, exceto quando se trata de ocasião especial. O que acontece comigo é meramente casual. Quase nunca é planejado. Quanto ao fato de me masturbar frequentemente, considero normal. Os homens não fazem isso o tempo todo?
Hoje, por exemplo, eu estava determinada a não fazer nada que lembrasse sexo, nem com o Haroldo, pois o fim de semana seria propício para isso e já que tínhamos transado recentemente, seria pouco provável que ele quisesse alguma coisa justo na sexta, depois de uma semana super movimentada no trabalho.
Tive uma manhã como todas as outras e nada aconteceu demais para que eu saísse da rotina. Primeiro levei as meninas à escola, fui para a academia e voltei para casa. Eu precisava verificar algumas coisas antes que a Claudete fosse embora e resolvi passar em casa para dar-lhe algumas instruções com relação à administração doméstica. Normalmente isso não é necessário, pois ela está conosco desde que nos casamos, mas como eu voltarei a trabalhar na próxima semana, algumas recomendações seriam oportunas. Em minha casa há três empregados: Claudete que cuida da casa e cozinha durante o dia; Amanda que cuida das gêmeas e dorme no emprego, a quem dei folga ao mesmo tempo em que tirei as minhas férias; e o senhor Ariovaldo, a quem chamamos de Ari, que é, além de jardineiro, motorista da babá é uma espécie de faz-tudo. Ari também tirou férias, mas quis antecipar a volta ao trabalho. Felizmente ele poderia pegar as meninas na escola no final da tarde. Apesar de ter babá, concluímos que seria uma carga muito pesada para Amanda ficar 24 horas com as duas, então decidimos colocá-las na escolinha em tempo integral assim que completaram 3 anos de idade.
Depois do almoço, lembrei-me que precisava comprar algumas roupas para terminar de compor meu “uniforme profissional" e resolvi ir ao shopping. Cheguei a pensar em Teresa para acompanhar-me na incursão, mas eu não estava com ânimo para desfilar por milhares de lojas como ela costuma fazer. Sou muito prática. Entro, escolho, peço, experimento, pago e saio de imediato do estabelecimento. Para ser bem sincera, detesto fazer compras. Detesto ficar olhando vitrines e experimentando tudo que encontro pela frente. Quando saio de casa para comprar roupas, normalmente já tenho em mente quais e quantas peças pretendo adquirir. Enfim, como dizem minhas amigas que fazem das compras um evento homérico, sou uma verdadeira chata.
Ainda assim, passei a tarde toda ocupada, mas não apenas com lojas e compras. Fui ao cabeleireiro, fiz as unhas, depilei-me, cuidei da pele e fiquei pronta para o batente da segunda-feira. No fim da tarde Teresa ligou convidando-nos para uma “baladinha noturna” e eu disse a ela que seria melhor deixarmos para o sábado, pois reservei a sexta para ficar um pouco mais com minhas pequenas princesas. Julia e Isaura têm 3 anos e meio e ainda dependem muito de mim para ter uma infância feliz. Percebo que Teresa é muito carente, mas não posso supri-la o tempo todo. Talvez se ela tivesse filhos, pudesse ocupar um pouco mais sua cabecinha, mas o Jorge quer exclusividade, não aceita ter filhos, pensando ser ele o único amor da vida dela.
Saí do estacionamento por volta das 5 da tarde e estava tranquila, planejando uma programação infantil para o dia seguinte quando atravessou um jovem de bicicleta na frente do meu carro. Eu nem cheguei a bater nele, mas ele se desequilibrou e caiu. Havia uma turma que o acompanhava, e todos pararam para socorrê-lo. Como eu estava dirigindo devagar, não houve nenhum dano ao rapaz nem à bicicleta, mas desci do carro preocupada e perguntei se estava tudo bem. Era um mocinho bonito, loiro, olhos verdes, cabelos nos ombros,  com cara de bebê assustado.
- Estou bem sim, senhora. Acho que a culpa foi minha – e foi levantando, mas titubeou, como se fosse desmaiar.
Os amigos o ampararam e, apesar dele dizer que estava tudo bem, ofereci-me para levá-lo em casa. Dois deles se prontificaram a levar a bicicleta, alegando que era perto e que chegariam em seguida.
No carro, ele parecia meio assustado e tentava disfarçar quando o flagrei olhando minhas pernas.
- Como você se chama?
- Caio e a senhora?
- Meu nome é Sarah, apenas Sarah. Prefiro que não me chame de senhora, já sei que você me respeita. – ri.
-Tudo bem – sorriu ele com a boca e com os olhos, bem mais à vontade.
Ele realmente morava perto e me convidou a entrar:
- Você deve ter ficado nervosa também, entra para tomar um suco ou uma água. Minha mãe não está, mas ela não vai me perdoar se souber que não lhe agradeci direito.
- Aceito. Não quero ser a causadora de nenhum problema com a sua mãe. Sou mãe também e sei que é difícil convencer-nos de que não estamos certas.
Parei em frente da casa e desci do carro. Quando fazia a volta para entrar pelo portão os outros dois meninos chegaram em suas bicicletas. Um deles era moreno, tinha o cabelo escuro e cortado curto, era baixinho, tentava fazer cara de mau, sem êxito. Usava um piercing na sobrancelha e outro no lábio inferior. Apesar do tamanho, parecia ser o mais velho. O outro era negro, mais forte e mais alto que os outros dois, trazia a bicicleta de Caio no ombro. Tinha cara de homenzinho e me olhou com seus grandes olhos de jabuticaba, de cima a baixo quando parou diante de nós e colocou a bicicleta no chão. Fomos entrando na casa enquanto nos apresentávamos.
- Oi, eu sou o Ed – disse o primeiro, apertando minha mão.
- Thiago...
- Sarah. Prazer. Vocês ficaram muito assustados?
- Que nada. Esse aí vive fazendo isso. Anda de bike com a gente desde que tinha 3 anos de idade e não sabe usar o freio até hoje – disse Thiago.
- Ah, que gracinha. Vocês são amigos de infância. Qual a idade de vocês?
- Eu e o Thiago temos 18. O baixinho ali tem 19.
- Baixinho, o ca...!!!
- Ei, bro! Respeita a moça! – interrompeu Thiago, antes que Ed terminasse um palavrão.
A casa era grande. A sala muito ampla e bem decorada. Enquanto Caio foi à cozinha buscar o suco, os outros dois me fizeram companhia. Puxei assunto:
- O que vocês dois fazem da vida?
- Cursinho. Eu e o Thi. O outro lá levou pau e tá fazendo o terceiro ano de novo. Sabe como é: loiro...
Os dois riram e eu fiquei meio sem jeito de acompanhar o riso, como moça politicamente correta que sou, apenas movimentei o ombro, em sinal de simpatia à brincadeira. Nisso o Caio voltou com um copo de suco de abacaxi e me serviu. Os dois ficaram olhando para ele que disse:
- Ah, vocês se viram! Não vou servir marmanjo, não.
E ambos foram correndo para a cozinha, empurrando-se, acotovelando-se para ver quem chegaria primeiro.
- Onde estão seus pais? – perguntei.
- Minha mãe foi pegar meu pai no trabalho e de lá iam pra praia. Estamos sozinhos aqui. Você está com pressa?
- Até que não muita. Por que?
- Gostaria que você viesse até meu quarto, queria lhe mostrar uma coisa.
Olhei para ele como quem estivesse estranhando a proposta.
- Não tenha medo, quem está com medo de você sou eu. Um mulherão desses nunca esteve em meu quarto – falou, risonho, mas corou.
- Ah, então é isso?
- Não, não. De jeito nenhum. A senhora me desculpa. Quer dizer, você me desculpa? Quero lhe mostrar as esculturas metálicas que eu faço.
- Sem problema, mesmo que fosse outra coisa eu não teria medo. Não tenho medo de nada – soltei um riso alto, mas não escandaloso, e ele me acompanhou no riso, meio sem jeito.
Subimos a escada de madeira. O quarto ficava no andar de cima. Estava escuro e ele acendeu apenas uma luminária que ficava sobre a escrivaninha. As janelas estavam fechadas. Havia uma estante e sobre ela várias esculturas de metal retorcido. Pedi que acendesse a luz para eu ver melhor os detalhes.
- Ah, é. Esqueci... - apressou-se em atender meu pedido.
Os outros rapazes chegaram antes que ele acendesse a luz e ficaram parados na porta, surpresos com a minha presença ali.
- Entrem, seus babacas. – disse Caio, acendendo a luz.
Eles entraram e fecharam a porta do quarto. Ed se jogou na cama. Thiago começou a mexer na pilha de cds, perguntando:
- Que tipo de música você gosta, Sarah?
- Depende da ocasião. O que você tem aí de bom?
- Rock, rock e rock!
- Legal. Pode ser rock então. – rimos todos.
- Sente-se, majestade. – brincou Caio empurrando a cadeira que deslizou em minha direção.
Sentei-me e fiquei olhando alguns carrinhos sobre a mesa, também de metal retorcido como as esculturas de homens, mulheres, crianças e animais que havia sobre a estante.
- Você é um ótimo artista!
- Obrigado. Estou aprendendo ainda.
Achei graça naquele quarto cujas características evidenciavam a transição pela qual seu dono estava passando, de menino a homem. Pressenti que algo aconteceria, mas sabia que não era nada ruim e fiquei empolgada com a audácia dos três em armarem aquela situação. Aquilo tudo causava em mim uma excitação totalmente inusitada. O cd começou a tocar...

“Can you remember
Remember my name
As I flow through your life
A thousand oceans I have flown...”

Thiago, encostado na mesinha de som, perguntou:
- Gosta?
- Claro. Deep Purple também é do meu tempo – falei sorrindo.
Ed levantou, veio em minha direção, girou minha cadeira para que eu ficasse de frente pra ele e perguntou:
- Posso fazer uma massagem em suas costas? Você parece tensa.
- Eu? Impressão sua... Estou super tranquila, mas vá em frente, quero ver se você é bom de massagem.
Os outros dois amigos se entreolharam sorrindo. Ed ficou atrás de mim. Pediu licença e afastou meus cabelos em duas mechas, deixando minhas costas livres. Começou a massagear meus ombros, firmemente, com as duas mãos. Thiago abaixou-se aos meus pés e tirou meus sapatos suavemente. Caio chegou mais perto e segurou minhas mãos. Eu estava usando uma camisa verde de seda, manga longa, botões até a gola. Começou a desabotoar meus punhos e em seguida passou para os botões da frente. Ed parou de massagear meus ombros e começou a beijar minha nuca. Thiago estava beijando meus pés e eu tinha que fazer algo, então eu disse:
- Meninos...
- Deixa, Sarah. A gente vai cuidar de você. Você merece. – disse Thiago.
- Você foi tão legal comigo. Não diz nada, não, gata. – continuou Caio.
Obedeci. Queria ver até onde aquilo iria. Já sem blusa, sutiã à mostra, pêlos eriçados, mamilos em erupção, Ed beijando meu pescoço e dizendo que eu era cheirosa, Caio beijando e mordendo meus lábios, enquanto Thiago subia pelas minhas pernas com a boca, senti o maior tesão de toda a minha vida.
Thiago levantou-se e me puxou pelas mãos. Conduziu-me até a cama e fez com que eu me sentasse. Ed desabotoou minha saia e Caio puxou-a até me deixar só de calcinha. Por trás de mim, em cima da cama, Ed começou a desabotoar meu sutiã enquanto beijava minhas costas. Em seguida fui me deitando ao poucos. Caio, de joelhos ao meu lado, beijava minha barriga e Thiago tirava minha calcinha e cheirava meu sexo como um animal reconhecendo a fêmea:
- Nossa, que lisinha...
De repente, ele  se embrenhou por dentro de mim com sua língua. Eu fechei os olhos e me deixei levar. Caio chupava meus seios e pude sentir o beijo de Ed, que tinha um piercing na língua também. Ficaram assim alguns minutos até que gozei intensamente, por muito tempo, e eles dividiram meu caldo “quentinho e cremoso”, assim como descreveram enquanto o faziam.
Depois de um tempo, sentei-me na cama e comecei a desabotoar as calças de Thiago. Ed, sempre por traz de mim começou a se despir também. Caio parecia mais tímido que os outros. Deixei Thiago terminar e tirei sua camiseta, beijei seu peito, mordi seu mamilo. Já de pé, Thiago me puxou e começou a me beijar, completamente nu, com o corpo todo colado ao meu, com um pênis enorme e rígido tentando me perfurar. Ed colou em mim também, mas pelas costas. Thiago passou a beijar meus seios e Caio beijava minha boca.
Ed abriu uma gaveta, pegou um embrulho de farmácia e olhando para Caio, falou:
- Finalmente você vai usar isso aqui.
- O que? – perguntei, rindo.
- Isso mesmo, Sarah. Ele nunca esteve com uma mulher de verdade.
- Não estão vencidas?
- Não. Compramos hoje cedo dispostos a ajudar nosso amigo a sair do jejum de 18 anos, mas não imaginávamos que um anjo como você viria até nós.
Verdade ou não, a possibilidade de iniciar o garoto me excitou mais ainda. Desembrulhei uma camisinha e puxei Caio pela mão até a cama. Ele estava com seu membro duro feito pedra. Vesti-lhe a camisinha com a boca e percebi que aquilo quase o fez gozar. Os outros dois assistiam a tudo. Um sentado na cadeira onde eu estava anteriormente, e o outro ao seu lado, de pé. Ambos petrificados de lascívia.
Fui por cima de Caio e sentei-me de modo que seu pênis me introduzisse sem muita dificuldade. Ele passou a massagear meus seios, enquanto eu cavalgava sobre ele, que já se contorcia dentro de mim. Ficamos assim por alguns instantes e ele pediu para vir por cima. Abri minhas pernas para acolhê-lo e ele mergulhou em mim, beijando minha boca e ajeitando com a mão para acertar o alvo. Assim que penetrou em mim passou a fazer movimentos ritmados.
Então vieram os espasmos e ele urrou de êxtase. Pousou seu corpo sobre o meu e sussurrou em meu ouvido:
- Obrigado, noooosssa, muito obrigado!
Os amigos permaneceram calados, respeitando o momento de Caio. Levantei-me e fui ao banheiro me lavar. Quando regressei, Thiago e Ed estavam sentados na cama, com seus pênis hirtos devidamente agasalhados e Caio estava na cadeira, com um sorriso esplendoroso no rosto. Ed me olhou com aquela cara de menino mau e perguntou:
- Está cansada, gata? Quer parar?
Fiz que não com a cabeça e fui andando em direção a eles. Sentei-me entre os dois e comecei a beijar Thiago. Ed começou a me tocar com os dedos e a morder meu ombro. Depois apalpou meu bumbum, como se estivesse examinando alguma coisa. Thiago deitou-se e eu me lancei sobre ele, Ed não perdeu tempo e lançou-se sobre mim. Sentei no pau grosso e gostoso de Thiago que me preencheu todinha e Ed introduziu o seu pau em meu ânus. Ficamos ali engatados, num movimento sincronizado. Era tanta mão, tanta perna que eu já não sabia qual era de quem. Thiago beijava meus seios e olhei de relance para Caio, percebendo que ele queria mais. Convidei-o a juntar-se a nós. Pedi que ele se posicionasse de modo que eu pudesse alcançar seu menino que acabara de virar homem e já estava pronto para mais uma batalha. Abocanhei-o  e deixei que os três gozassem em mim numa explosão de luxúria. Num dado momento, gozei em Thiago. Estávamos todos sobre a cama que nem parecia ser pequena para tanta gente e ficamos em silêncio por alguns minutos.
De repente, ouvi um barulho no corredor e precipitei-me, ficando de pé.
Thiago colocou sua mão em minha boca e fez “Psiuuu”. Perguntei ao Caio, sussurrando:
- Você não disse que sua mãe viajou com seu pai?
- Sim, mas minha avó mora com a gente. Não se preocupe que ela não entra aqui, só está indo pegar leite.
Levantei-me e fui tomar banho. Quando voltei Ed tinha ido embora, a mãe ligou e pediu que ele fosse para casa, mas me deixou um beijo. Thiago e Caio me aguardavam. Meu celular havia tocado algumas vezes. Era o Haroldo, preocupado com a minha demora:
- A sessão pipoca já vai começar, querida. As meninas a aguardam.
Disse a ele que tive um contratempo e que chegaria em 15 minutos. Já era quase 8 horas da noite. Fui saindo do quarto, escoltada pelos dois. Um na frente para ver se não havia ninguém no caminho e outro atrás para proteger a retaguarda. Já no carro, Caio que estava segurando a camiseta na mão, desembrulhou uma de suas estatuetas que estava sob o pano e me entregou. Era um anjo estilizado. Lindo, com as vestes e os cabelos longos. Agradeci e ele explicou que tinha feito para alguém especial e acabara de descobrir que aquele alguém era eu. Dei meu último abraço nele, seguido de um selinho e entrei no carro. Thiago, que estava mais afastado, aproximou-se e debruçou sobre a janela, entregando-me um papel:
- Nosso telefone, Sarah. Se sentir saudade, ligue. Se quiser conversar, ligue. Caso se meta em alguma encrenca, ligue. Somos seus três mosqueteiros, mademoiselle.
Inclinou-se mais um pouco, mordeu meu lábio inferior num beijo breve e eu flutuei pelo caminho, até chegar em casa.

Lembre-se: Sexo seguro ou nada de sexo! Use camisinha.

quarta-feira, 27 de abril de 2011

E.L.A.

Quinta-feira,  28 de fevereiro de 2008.
Hoje eu me dei ao luxo de dormir até tarde. Haroldo levou as meninas à escola e pediu que eu não saísse da cama antes do meio-dia. Depois do café, trouxe as meninas para se despedirem e mandou que fossem para o carro, fez algumas carícias para me provocar e ordenou “Nada de academia hoje, você está malhando demais pro meu gosto”. Ele sabe de tudo que aconteceu, desde o meu reencontro com Teresa até o par de botões de rosas que o Silvio nos levou no dia seguinte ao de nossa festinha e entregou na frente das outras alunas que não entenderam aquela atitude vinda justo do professor mais reservado e prudente no trato com elas. Assim como eu tenho dele, ele também tem ciúmes de mim. Mas ao contrário dele eu prefiro não saber o que ele faz com outras mulheres, apesar de que ele sempre fala que isso jamais foi necessário, pois em mim ele tem todas as mulheres que deseja. Mas nosso ciúme não é um ciúme de posse, é um ciúme de cuidado.
Voltei a dormir porque os últimos dias foram muito exaustivos e minhas férias estão chegando ao fim. Acordei por volta das 10h e fiquei na cama um bom tempo, pensando nos últimos dias e nas loucuras que fiz. Durante as férias eu costumo fazer muito mais coisas que normalmente eu não tenho tempo de fazer. Interessante é que dessa vez não fiz viagens longas como de costume, por conta do trabalho do Haroldo e da escola das meninas, e mesmo assim aproveitei bastante porque não importa onde estou para ser feliz.
O fato de saber que excito as pessoas me excita. Gosto do meu corpo e costumo tocá-lo como se estivesse conferindo se tudo ainda funciona como antes. Depois de lembrar de Pedro, Teresa, Silvio e Haroldo foi inevitável fazer uma conferência. Eu ainda estava nua. A noite anterior foi longa e o jantar terminou na cama. Isso facilitou bastante.

Primeiro examinei meus seios e percebi que continuam cheinhos, redondos, suas auréolas escuras e lisinhas e o bico firme e atento ao primeiro toque. Percorri meu ventre com uma das mãos enquanto a outra acariciava o seio esquerdo, até chegar na parte mais quente do meu corpo. Qualquer dia desses vou medir a temperatura, isso acabou de me ocorrer. Passei a massagear meu clitóris e fui prolongando a carícia até mais embaixo, com dois dedos. Fiquei completamente espicaçada e dei alguns tapinhas enquanto massageava loucamente toda a região. Não demorou muito e os espasmos vieram, as pernas estremeceram, gemi de prazer e levei a mão à boca em seguida. Adoro o meu gosto de fêmea no cio. Nem percebi que alguém entrara no quarto...
- Bonito, né? Como você pode ser tão gostosa?
- Te...
- Você não foi à academia e eu vim ver o que aconteceu de tão grave – disse ela sorrindo, da porta do meu quarto, jogando a bolsa sobre a poltrona.
- Ah, só cansaço. Hoje resolvi dormir mais um pouco. Diferente de você que é dondoca eu volto ao batente semana que vem. Vem aqui, deita um pouco comigo.
Teresa começou a tirar a roupa como uma criança que acabara de ganhar um prêmio e pulou sobre mim, nua como nasceu. Puxei o lençol para que ela entrasse e ficasse mais perto. Ela ficou por cima de mim, me beijando com o hálito de hortelã e começou a me apalpar com as duas mãos.
- Hoje eu não vou fazer nada, estou exausta – fiz charme.
- Sei... Não foi isso que eu presenciei quando cheguei, você parecia bem disposta.
- Um pequeno mimo para espantar a solidão...
- Safada... Gostosa!
Mordi seu mamilo com tanta força que ela quase gritou, mas de prazer. Suguei-o em seguida com carinho, enquanto ela continuava a me acariciar. Depois fez eu me virar e sentou-se sobre o meu dorso, esfregando sua vagina em mim e massageando meus ombros com as mãos. Suas mãos foram descendo e sua vagina também. Pousou sobre o meu bumbum e continuou se esfregando enquanto massageava. O ritmo foi aumentando, aumentando e então percebi que estava chegando ao orgasmo ali mesmo, enquanto subia e descia sobre as minhas nádegas. Quando terminou ela deitou-se ao meu lado e ficamos ali um bom tempo.
Convidei-a para um banho. Precisava que alguém me esfregasse porque o cansaço tomou conta de mim. Foi então que mais uma vez ela subiu em mim, mas agora fizemos um 69. Mergulhei em sua xana e lambi, mordi, chupei até a alma. Ela não fez por menos. Enfiava a língua na minha vagina e me lambia enquanto sugava, me levando ao delírio e me fazendo gozar em poucos instantes. Em pouco tempo ela também gozou em minha boca e eu pude sentir seu gosto mais uma vez antes de irmos juntas para o banho.

Lembre-se: Sexo seguro ou nada de sexo! Use camisinha.

sexta-feira, 22 de abril de 2011

H.A.R.O.L.D.O.

Quarta-feira, 27 de fevereiro de 2008.

- Hum... Tudo isso é pro seu maridão?
- Claro, delícia. Sempre é pra você.
- Onde estão as meninas?
- Estão lá em cima, brincando no quarto de bonecas.
- E o que você está preparando ai?
- Um jantarzinho leve para nós dois.
- Algo especial a ser comemorado?
- Vejamos... O fato de você existir e fazer parte da minha vida? – eu disse isso mordendo os lábios enquanto ele metia a mão por baixo do meu vestido, quando o interrompi – Ei, a sobremesa só depois...
- Como você é má, minha rainha. Seu escravo vai tomar um banho, colocar as princesinhas na cama e descer para saborear esse manjar dos deuses!
Dizendo isso, ergueu-me com seus braços fortes sentou-me sobre a mesa. Enquanto me beijava, abriu minhas pernas, afastou a calcinha, enfiou o dedo em minha vagina e saiu lambendo em seguida, sem tirar os olhos de mim enquanto saía pela porta da cozinha:
- Hum, mas está uma delícia!
O Haroldo adora quando eu faço papel de esposa, cozinho para ele e o espero cheirosinha, com o cabelo meio preso, meio solto, como quem não quer nada. Naquele vestido de cetim bordô, com aquele super decote mostrando os seios fartos e mamilos saltando ao tecido fino, confesso que até eu me achei irresistível diante do espelho. Minha pele é mais escura que a dele e meus olhos são castanhos e amendoados. Estou um pouco mais bronzeada por conta do último fim de semana na praia. Ele diz sempre que sou maravilhosa em todos os sentidos, mas que a minha boca é o meu cartão de visitas. Dificilmente uso batom porque meus lábios são carnudos e minha boca já é grande e apetitosa o suficiente, limito-me a usar um gloss saboroso para hidratar a boca e realçar a volúpia. Tudo isso graças à mistura de raças em minha família: índios de quem herdei os cabelos, negros de quem herdei os traços faciais e europeus, de quem herdei os outros centímetros de pecado.
Meia hora depois, com a mesa de jantar arrumada, as velas aromáticas acesas e o arranjo de flores que recebi no dia anterior com um cartão escrito apenas “Todo seu quando você quiser. Ass: P.”, eis que surge no alto da escadaria o homem mais bonito e mais gostoso que já tive em toda minha vida. Haroldo tem 32 anos, 1,81m, peso equivalente, peito e braços fortes como se tivesse malhado mas sem nunca pisar em uma academia, mãos grandes, pernas roliças e bem torneadas, sobrancelhas grossas, olhos verdes e grandes, pele clara, cabelos loiros, encaracolados e sedosos, e estava apenas de roupão, pronto para servir-me.
Enquanto eu punha uma música que embora seja triste, eu adoro, ele foi pegar o vinho para acompanhar meu conchiglione aos quatro queijos com molho verde e então passamos à entrada.

Ele serviu as duas taças e deixo-as sobre a mesa. Caminhou em minha direção e conduziu-me ao meio da sala. Dançamos alguns segundos ao ritmo da música, quando ele começou a beijar minha orelha e morder meu pescoço, sussurrando baixinho “Te amo tanto, docinho”. A partir daquele instante entrei em transe. Ele tem sobre mim um poder que eu não sei explicar de onde vem. Senti um caldo quente escorrer pela perna, pois a calcinha já não segurava mais nada e então, de olho fechados entreguei-me de corpo e alma ao único homem que de fato, é meu dono e senhor.
 Você é minha, só minha?
- Sempre, sempre...
- Então prova!
Fui descendo com minha boca colada em seu corpo enquanto o roupão imitava meu movimento, suavemente. Ele estava completamente nu e ereto, segurando meus cabelos com doçura e sem forçar nada, quando engoli seu pau teso e perfumado que eu sabia que era só meu, de mais ninguém. Chupei devagar e fui aumentando a sucção gradativamente, passando minha língua na cabecinha e brincando com o orifício central, mordiscando-o, passando os lábios por todo ele, a língua, o rosto, massageando com a mão, num ritmo moderado, aumentando a intensidade conforme ele se contorcia de prazer, até vê-lo jorrar e sentir o líquido quente e grosso em meu rosto. Por um instante abracei-me em suas pernas, com o rosto ainda na direção do jato quando ele veio até mim, suavemente e começou a lamber meu rosto e beijar minha boca. Enquanto tirava meu vestido e sugava meus seios, ia debruçando-se sobre mim e eu ia beijando-o. Passou por minha barriga, meu “montinho da salvação”, como ele carinhosamente chamava, puxando a calcinha com cuidado, até alcançar meu grelo e repetir com ele tudo que eu fiz com seu delicioso membro. Quando eu já estava prestes a gozar ele parou, subitamente, dizendo “Ainda não, gostosa, você merece mais...” e esgueirou-se sobre mim até que nossos sexos ficassem paralelos. Ele foi penetrando em mim com toda a capacidade que tinha antes de ejacular pela primeira vez, com movimentos sincronizados aos meus, fazendo amor comigo como se fosse a última chance que tinha, com todo carinho e toda devoção. Num frêmito de desejo, revirei-me e fiquei por cima dele. Sentei sobre aquilo tudo que já estivera dentro de mim e cavalguei bruscamente enquanto ele massageava meus seios e apertava meus mamilos com as pontas dos dedos. Eu adoro ficar por cima e dominar a situação, por isso ele me chama de rainha e diz que é meu escravo. Gozamos ao mesmo tempo pela primeira vez de muitas pois naquela voltamos a repetir o ato antes, durante e depois do jantar.

Lembre-se: Sexo seguro ou nada de sexo! Use camisinha.

quinta-feira, 21 de abril de 2011

T.E. & S.I.L.V.I.O.

Terça-feira, 26 de fevereiro de 2008.

O dia começou mais tranqüilo e eu fiquei contente em reencontrar a Teresa na academia depois de muitos dias sem vê-la. Todos os dias nós nos encontramos lá logo depois de eu deixar as crianças na escola. Hoje a saudade era tamanha que resolvemos passar o dia juntas depois da aula de ginástica.
Nós nos conhecemos ainda na escola primária e depois descobrimos que éramos vizinhas. Os pais dela tinham acabado de chegar do sul e ela era novidade para a escola e para meus olhos infantis: aquele laço de fita azul no cabelo loiro combinando com a cor dos olhos me deixou fascinada. Ficamos amigas e nos tornamos inseparáveis durante toda a adolescência. Éramos tão cúmplices que resolvemos treinar o primeiro beijo na boca uma da outra. O melhor de tudo é que o treino não parou no beijo... Fomos para a mesma faculdade, apesar de termos feito cursos diferentes, dividimos os mesmos garotos – muitas vezes sem que eles soubessem - e resolvemos nos casar na mesma época. Eu me casei com o Haroldo e ela se casou com o Jorge, primo dele.
- Puxa, Sarinha. É impressão minha ou o Silvio pegou pesado hoje na série de exercícios?
- Sua gata preguiçosa! Você ficou mais de 15 dias enferrujando e agora está fora de forma, só isso.
Estávamos a caminho do vestiário e dei uma tapa em seu bumbum redondinho e empinado. Ela não resistiu e disse em meu ouvido:
- Quero você agora!
Havia outras mulheres no vestiário e nós não estávamos com pressa. O vestiário é amplo e as duchas são separadas por boxes. Todo mundo sabe que somos muito amigas e, muitas vezes, usando a desculpa de estar com pressa e não ter ducha desocupada, nós tomamos banho juntas e isso ninguém nunca estranhou, afinal éramos casadas e livres de qualquer suspeita. Frequentávamos aquela academia há anos e nunca fomos alvo de nenhum tipo de fofoca porque sempre tivemos muito cuidado.
Eu fiquei sentada observando o movimento e fingindo estar cansada o bastante para não começar meu banho imediatamente. Eu já estava louca de tesão quando Teresa começou a se despir na minha frente. Senti meus mamilos enrijecerem por baixo da malha só de imaginar que logo mais meu corpo estaria colado ao dela. Ela tem a minha idade, 1,65 de altura, seios fartos, rosto de anjo, toda durinha e gostosinha. Seus longos cabelos loiros, lisos e bem cuidados chegam à cintura bem definida. Apesar da pele muito clara, estava ainda mais dourada que de costume e com belas marcas de biquíni, resultado da temporada em Búzios durante o carnaval com o marido. Eu conhecia cada detalhe daquele templo de prazer, sabia onde estava localizada cada pinta. Não demorou muito, o vestiário começou a esvaziar e eu resolvi me despir depois que uma das meninas perguntou se eu ainda estava de férias:
- Só volto na semana que vem. Estou em marcha lenta ainda.
- Então é por isso que hoje você não está na correria. Curta bastante por nós duas que o dever já está me chamando há meia hora!
Depois que o vestiário esvaziou-se, nua e úmida, bati no box de Teresa e ela abriu a porta com um sorriso estonteante. Apesar da aparência frágil, me puxou pelos cabelos e começou a me beijar, violentamente. Juntei as duas mãos em seu bumbum e puxei-a para mim. Ficamos ali um bom tempo, unidas como almas gêmeas, molhadas pela água da ducha e pelo prazer que emanava de nossos corpos, roçando nossa feminilidade uma na outra. Aos poucos fui deslizando e beijando seu corpo, enquanto ela fazia o mesmo. Abocanhei seu mamilo róseo e suguei-a até ele ficar vermelho, repeti e alternei entre um mamilo e outro enquanto ela introduzia seus dedos vertiginosamente em meu ânus e em minha vagina ao mesmo tempo, provocando em mim um delírio imediato e falando besteiras:
- Que racha gostosa! Que cuzinho doce!
Gozei duplamente sentindo suas mãos na minha buceta e no meu cu. Com sua boca em meu peito, mordia com força meu mamilo duro e grande. Pude sentir um misto de dor e de prazer que me deixou em estado de leveza profunda. Logo em seguida, agachei-me e comecei a chupar seu clitóris. O volume do seu gozo em minha língua foi tão intenso que se confundiu com a água da ducha escorria sobre nós, mas reconheci seu gosto e aproveitei cada gota a que eu tinha direito. Naquele instante Teresa era só minha e eu passei a morder seus lábios inferiores, introduzi minha língua em seu orifício e fiz movimentos circulares, agarrada às suas coxas musculosas com as duas mãos:
-Vou gozar de novo, Sa... safada!
- Hummmmmmmmm...
- Gos...to...sa! Hummmmmm...
Nisso percebemos a presença de mais alguém chegando no vestiário. Na verdade ele já estava nos ouvindo há algum tempo como confessou depois, mas precisava ter certeza. Era Silvio, nosso instrutor, visivelmente alterado que chegou atraído pelo barulho que estávamos fazendo quando a academia já deveria estar vazia.
- Vem cá, vem – convidei-o.
- Aqui não. É meu local de trabalho. Onde se ganha o pão não se come a carne – sorriu.
- Então vem com a gente! – disse Teresa.
Em poucos minutos saímos dali, os três quase em silêncio. Teresa pegou carona comigo, como sempre, e pediu que ele nos seguisse. Fomos para o apartamento dela.
Chegando lá, ela tranquilizou-o avisando que o Jorge viajara naquela manhã e já deveria estar em Belo Horizonte naquele momento. Enquanto ela servia-lhe uma bebida, coloquei “Sexyback” para tocar. Sentamos as duas numa poltrona e ele entendeu o que queríamos.

- Suas danadinhas...
Largou o copo e começou a fazer streap tease. Já havíamos transado com ele antes, mas nunca ao mesmo tempo. Ele sabia da nossa amizade, mas sequer sonhava que fosse tão profunda e íntima. Ele tem 24 anos e faz a linha “bom-moço”, muito atencioso e educado mas sem permitir muita aproximação das alunas mais atiradas. Veste-se sempre socialmente, apesar de sua ligação com os esportes. Isso o torna diferente dos outros instrutores que estão sempre suados e de moletom dentro e fora do ambiente de trabalho. Um tesão de moreno de olhos verdes, rosto de menino e um pau grosso e firme por horas a fio. 
Talvez se antecipando, deixara o terno no carro. Estava de camisa branca, sem gravata, calça de linho preta e o charme de sempre no olhar.
Começou desabotoando a camisa, cuidadosamente, a partir dos punhos e depois a frente, dançando deliciosamente no ritmo da música. Atirou-a em um canto da sala e passou a abrir o cinto da calça. A essa altura, comecei a acariciar Teresa que resolveu tirar minha roupa. Ele fez menção de aproximar-se de nós, mas pedimos que não parasse com o streap dando gritinhos e gemidos. Assim que se livrou do cinto, abriu a calça e pudemos ver a cueca boxer branca que parecia estar prestes a explodir devido ao tamanho e a força de seu pau, já em total ereção. Nós duas nuas começamos a nos beijar. A música já estava quase no fim quando ele tirou a calça com pressa e veio em nossa direção, desobedecendo a ordem que havia sido dada por nós.
Mas já estava na hora dele fazer sua parte e não relutamos. Ele enfiou com tudo na boca de Tereza que já o aguardava enquanto eu abocanhava seu clitóris macio. Ela fez uma gulosa de responsa nele e eu a fiz gozar mais uma vez em minha boca. Depois disso, posicionei-me no sofá para recebê-lo por trás. Ele segurou meus cabelos, como eu gostava, e comeu minha buceta com vontade, mordendo minhas costas e uivando de prazer enquanto Teresa beijava-lhe a boca. Gozei gostoso naquele pau levado e desocupei-o para que ele terminasse de satisfazer minha amiga. Então ele introduziu tudo aquilo no cuzinho da Te...
- Tesuda! – gritava ele pra ela e para mim, alternadamente.
Fiquei olhando a cena por um tempo e assim que ele gozou nela eu quis de novo, mas dessa vez queria que ele enchesse meu cu de porra e não demorou muito para que isso acontecesse. Teresa ficou embaixo de mim o tempo todo dessa vez, chupando meus seios e me levando à loucura junto com ele.
A manhã passou depressa e fomos os três almoçar no centro da cidade depois de um banho cheio de carícias e mordidas dentro da banheira.
Lembre-se: Sexo seguro ou nada de sexo! Use camisinha.

quarta-feira, 20 de abril de 2011

P.E.D.R.O.

Segunda-feira, 25 de fevereiro de 2008.

Segunda-feira é o dia da semana em que nada dá certo. Primeiro foi o fim-de-semana estressante na casa de praia da mãe do Haroldo, meu marido. Doida de tesão querendo transar e ele jogando truco com todos os homens da casa. Nenhum disponível para saciar minha fome. Nem mesmo a Teresa, minha melhor amiga, pôde ir desta vez, e eu tive que fazer justiça com as próprias mãos umas cinco vezes, só no domingo. Depois, logo cedo, a fila de carros para deixar as gêmeas no colégio. Mães histéricas no portão da escola, no primeiro dia de aula, chorando, gritando e fazendo recomendações desnecessárias às crianças, como se estivessem entregando os filhos ao campo de concentração.
Academia. Ducha. Banco.
Felizmente estou de férias e ainda tenho uma semana livre para cuidar de mim, rever os amigos e relaxar um pouco, longe do "barulho" por algumas horas.

Marquei de almoçar no shopping com o Pedro que encontrei outro dia na festa de noivado do Cláudio, filho do sócio do Haroldo. Ele disse em meio a um desabafo desesperado que não tinha amigos com quem conversar e eu pedi que ligasse para o Haroldo, já que se conheciam do clube de tênis, para jantarem conosco, ele e a esposa-dondoca-aparentemente-pivô-da-crise.
Adoro posar de boa esposa, boa mãe, boa amiga, boa moça... Isso atrai os homens - e também as mulheres. A sensação de ser o primeiro que seduz a esposa feliz e bem amada é excitante para eles porque atrair uma mulher carente e derrotada qualquer um consegue. Quanto às mulheres, me mostro muito afetuosa e faço com que se sintam desejadas. A bem da verdade, sou mesmo tudo isso que eles imaginam que eu seja porque não finjo meu interesse mútuo. A única coisa que talvez eu dirfarce, não forçadamente, à primeira vista, é a minha latente inclinação para o sexo pois dizem que transmito uma imagem de pessoa ingênua mas não faço a menor cerimônia em derrubar esse mito logo no primeiro encontro.
Meu marido é lindo e perfeito, mas não todo o tempo. Combinamos desde sempre que ninguém suspeitaria da minha grande necessidade de ter amigos íntimos. Jamais tenho casos, jamais aceito presentes, jamais ligo ou mando mensagens, apenas respondo quando me procuram. E nunca, jamais, deixo ninguém saber que ele sabe de todos os meus segredos, nem mesmo a Teresa, minha amiga de infância em quem dei meu primeiro beijo de língua. Interessante é que sempre dou um jeito de não ser esquecida, mesmo que nada volte a acontecer, e com o Pedro não seria diferente.
Ele ligou para marcarmos o tal jantar de casais, mas não hesitou em tecer elogios e pedir desculpas pela inconveniência. Depois de alguns minutos de conversa, meio sem jeito, segredou-me que não queria ter ao lado, na mesa de jantar, a esposa ausente que nada sabia sobre ele ao longo de 12 anos de casamento frustrado. Disse ainda que nunca conseguira uma aproximação com o Haroldo que fosse além das partidas de tênis, e que, se eu não me importasse, gostaria de conversar comigo a sós, pois percebera que eu era compreensiva e atenciosa e que para que eu não julgasse isso como má intenção de sua parte, poderia ser um almoço, durante o dia, onde eu pudesse estar sem ter que mudar minha rotina. Era até melhor ser vista em público para depois, se necessário, poder dizer que foi um encontro casual. Então, avisei-o de minha via-crucis naquele dia e ele se dispôs a almoçar comigo após minha visita ao banco.
Marcamos às 12h, na praça de alimentação para depois escolher o restaurante. Cheguei com alguns minutos de atraso e estacionei no subsolo. Normalmente, aquele era um horário movimentado e não estranhei os passos apressados atrás de mim enquanto eu cortava caminho por entre os carros.
- Ei, é você? Sarah?
Virei-me de uma vez, e deparei com o sorriso que faria meu dia deixar de ser normal.
- Oi, Pedro! – sorri de volta, inevitavelmente – Pensei que estivesse atrasada. O gerente me segurou por mais tempo que o previsto.
- No lugar dele eu teria feito o mesmo. Que cheiro bom esse seu perfume...
Disse isso beijando meu rosto e me abraçando ternamente. Retribuí o abraço e pude sentir um volume crescente sob sua calça de microfibra.
- Obrigado, querida. Você não imagina o quanto eu estava ansioso por esse encontro. Já me sinto muito melhor só pelo fato de você ter aceitado meu convite.
Sorri mais uma vez porque adoro ser chamada de querida. Ele segurou minha mão e disse que precisava pegar algo no carro, pois saiu correndo para me alcançar e acabou esquecendo.
Segui-o sem relutar. O carro estava próximo e ele abriu a porta, inclinou-se e começou a mexer no porta-luvas. Encostei-me no veículo, esperando por ele que não demorou mais que meio minuto. Então ele ergue-se e empurrou a porta, mas não fechou. Pegou minha bolsa sem dizer nada e jogou-a no banco do carona. Encostou-se em mim, de corpo inteiro, como se o carro do lado não tivesse deixado espaço suficiente para caber dois corpos. Eu apenas olhava em seus olhos, sem alteração alguma no ritmo cardíaco. Pedro tinha atitude e isso é tudo em um homem. Beijou meus lábios lentamente como se estivesse procurando algo que perdeu e em poucos segundos foi tornando a busca mais intensa, enquanto passava a mão em minha perna esquerda, circulando pela parte de dentro da coxa, subindo lentamente, roçando os dedos por baixo da minha “saia da sorte”, até descobrir que, saindo apressada pela manhã... esqueci de colocar a calcinha!
Muito rapidamente ele encontrou meu clitóris úmido e quente. Gemeu de prazer por ter alcançado a porta do paraíso tão depressa. Eu acariciei seu membro rígido e, com as duas mãos encontrei o zíper que parecia já estar aberto. Para minha surpresa não havia cueca e eu pude segurá-lo com a mesma força com que ele massageava minha fenda suculenta.
Não sei como e com qual mão ele abriu a porta do carro e fomos para o banco de trás. Minha blusa foi arrancada com tal presteza que parecia que ele já sabia como decodificar todas as minhas travas. Só então ele parou de me beijar e passou a chupar meu mamilo eriçado. Sua boca foi percorrendo todo o meu corpo até chegar onde tudo começou. Enquanto ele me lambia e me chupava eu segurava seus cabelos e pressionava sua cara contra minha vagina. Não demorou muito e de dentro dela começou a verter meu suco concentrado. Enquanto eu arrancava sua camisa, gemia de prazer num gozo alucinante. Ele bebeu tudo, não deixou escapar uma gota sequer e conseguiu balbuciar que eu era muito mais gostosa do que ele supunha. Minhas pernas estavam pousando sobre suas costas largas quando ele saiu de onde estava e voltou a beijar minha boca para compartilhar meu gosto comigo mesma:
- Sente como você é gostosa, sente o seu gosto na minha boca, que delícia!
Eu não disse nada, apenas retribuí o beijo quente e levemente salgado. Então resolvi que ele merecia ser recompensado e fui descendo devagar, tateando-o com meus lábios e dando pequenas mordidas pelo caminho que estava a percorrer.
Engoli-o com vontade. Ele estremeceu inteiro e confessou que ninguém nunca tinha feito aquilo antes. Então fiquei ali durante muito tempo sugando-o, lambendo, movimentando minha boca num vai-e-vem frenético até fazê-lo verter toda a tensão em meus lábios voluptuosos.
Não satisfeita, me virei de costas para ele, ajoelhada sobre o banco do carro, encostei meu bumbum e fiz questão de esfregar-me nele, enquanto ele massageava meus seios com as duas mãos e beijava meu pescoço, até conseguir uma nova ereção. Na seqüência fiquei de quatro e não precisei chamar duas vezes. Muito depressa ele já estava dentro de mim rígido, quente, grosso, preenchendo-me completamente. Não deixei que ele fizesse nada sozinho. Movimentei-me de modo sincronizado e ele me comeu mais uma vez com mais vontade ainda, muita força, puxando meus cabelos, cavalgando em mim como um potro alado que acabara de conquistar seu primeiro instante de liberdade.
Lembre-se: Sexo seguro ou nada de sexo! Use camisinha.

Meu propósito

Há mais de três anos, durante as férias do trabalho, estava conversando com um amigo meu sobre um assunto que nos interessa muito: SEXO.

Ele me disse que adorava aprender coisas novas e, para isso, além de praticar muito,  lia contos eróticos, que, nas entrelinhas, dava altas dicas de sedução e prazer. Assim, ele indicou-me algumas leituras como lição de casa e eu passei algumas tardes lendo contos muito bons e outros incrivelmente mal escritos mas com um roteiro super excitante. Fiquei impressionada coms as reações fisiológicas que tive durante uma simples leitura.

Naquele tempo, lembrei-me de alguns episódios reais os quais vivenciei e resolvi escrever sobre eles. Então, aconselhada por este amigo, comecei a escrever contos e publicar em uma comunidade no Orkut.

A receptividade do público leitor foi muito acalourada. Eu não supunha que tanta gente gostasse desse tipo de leitura, tão pouco do meu estilo de escrever.

O tempo foi passando, minha vida sofreu grandes reviravoltas e eu fui ficando cada vez mais sem tempo para relatar minhas picardias sexuais.

Hoje considero a leitura de contos eróticos uma atividade deliciosa e de vez em quando bate uma enorme saudade de compartilhar minhas experiências.

Desta vez, aconselhada por uma amiga, resolvi reeditar alguns textos e publicar aqui neste blog.

Estou maquinando outras coisas em minha vida profissional e, quem sabe, não arrumo um tempo para voltar a escrever contos inéditos?

Por enquanto, delicie-se com os antigos...

P.S.: Sexualmente falando, tudo que faço é sempre com muito cuidado, incluive preocupando-me com o conforto e a saúde. Algumas vezes, não menciono isso, mas que fique claro que o cuidado existiu, principalmente com relação ao uso de camisinha. Por tratar-se de conto erótico, ocultei algumas informações e modifiquei outras.