quarta-feira, 27 de abril de 2011

E.L.A.

Quinta-feira,  28 de fevereiro de 2008.
Hoje eu me dei ao luxo de dormir até tarde. Haroldo levou as meninas à escola e pediu que eu não saísse da cama antes do meio-dia. Depois do café, trouxe as meninas para se despedirem e mandou que fossem para o carro, fez algumas carícias para me provocar e ordenou “Nada de academia hoje, você está malhando demais pro meu gosto”. Ele sabe de tudo que aconteceu, desde o meu reencontro com Teresa até o par de botões de rosas que o Silvio nos levou no dia seguinte ao de nossa festinha e entregou na frente das outras alunas que não entenderam aquela atitude vinda justo do professor mais reservado e prudente no trato com elas. Assim como eu tenho dele, ele também tem ciúmes de mim. Mas ao contrário dele eu prefiro não saber o que ele faz com outras mulheres, apesar de que ele sempre fala que isso jamais foi necessário, pois em mim ele tem todas as mulheres que deseja. Mas nosso ciúme não é um ciúme de posse, é um ciúme de cuidado.
Voltei a dormir porque os últimos dias foram muito exaustivos e minhas férias estão chegando ao fim. Acordei por volta das 10h e fiquei na cama um bom tempo, pensando nos últimos dias e nas loucuras que fiz. Durante as férias eu costumo fazer muito mais coisas que normalmente eu não tenho tempo de fazer. Interessante é que dessa vez não fiz viagens longas como de costume, por conta do trabalho do Haroldo e da escola das meninas, e mesmo assim aproveitei bastante porque não importa onde estou para ser feliz.
O fato de saber que excito as pessoas me excita. Gosto do meu corpo e costumo tocá-lo como se estivesse conferindo se tudo ainda funciona como antes. Depois de lembrar de Pedro, Teresa, Silvio e Haroldo foi inevitável fazer uma conferência. Eu ainda estava nua. A noite anterior foi longa e o jantar terminou na cama. Isso facilitou bastante.

Primeiro examinei meus seios e percebi que continuam cheinhos, redondos, suas auréolas escuras e lisinhas e o bico firme e atento ao primeiro toque. Percorri meu ventre com uma das mãos enquanto a outra acariciava o seio esquerdo, até chegar na parte mais quente do meu corpo. Qualquer dia desses vou medir a temperatura, isso acabou de me ocorrer. Passei a massagear meu clitóris e fui prolongando a carícia até mais embaixo, com dois dedos. Fiquei completamente espicaçada e dei alguns tapinhas enquanto massageava loucamente toda a região. Não demorou muito e os espasmos vieram, as pernas estremeceram, gemi de prazer e levei a mão à boca em seguida. Adoro o meu gosto de fêmea no cio. Nem percebi que alguém entrara no quarto...
- Bonito, né? Como você pode ser tão gostosa?
- Te...
- Você não foi à academia e eu vim ver o que aconteceu de tão grave – disse ela sorrindo, da porta do meu quarto, jogando a bolsa sobre a poltrona.
- Ah, só cansaço. Hoje resolvi dormir mais um pouco. Diferente de você que é dondoca eu volto ao batente semana que vem. Vem aqui, deita um pouco comigo.
Teresa começou a tirar a roupa como uma criança que acabara de ganhar um prêmio e pulou sobre mim, nua como nasceu. Puxei o lençol para que ela entrasse e ficasse mais perto. Ela ficou por cima de mim, me beijando com o hálito de hortelã e começou a me apalpar com as duas mãos.
- Hoje eu não vou fazer nada, estou exausta – fiz charme.
- Sei... Não foi isso que eu presenciei quando cheguei, você parecia bem disposta.
- Um pequeno mimo para espantar a solidão...
- Safada... Gostosa!
Mordi seu mamilo com tanta força que ela quase gritou, mas de prazer. Suguei-o em seguida com carinho, enquanto ela continuava a me acariciar. Depois fez eu me virar e sentou-se sobre o meu dorso, esfregando sua vagina em mim e massageando meus ombros com as mãos. Suas mãos foram descendo e sua vagina também. Pousou sobre o meu bumbum e continuou se esfregando enquanto massageava. O ritmo foi aumentando, aumentando e então percebi que estava chegando ao orgasmo ali mesmo, enquanto subia e descia sobre as minhas nádegas. Quando terminou ela deitou-se ao meu lado e ficamos ali um bom tempo.
Convidei-a para um banho. Precisava que alguém me esfregasse porque o cansaço tomou conta de mim. Foi então que mais uma vez ela subiu em mim, mas agora fizemos um 69. Mergulhei em sua xana e lambi, mordi, chupei até a alma. Ela não fez por menos. Enfiava a língua na minha vagina e me lambia enquanto sugava, me levando ao delírio e me fazendo gozar em poucos instantes. Em pouco tempo ela também gozou em minha boca e eu pude sentir seu gosto mais uma vez antes de irmos juntas para o banho.

Lembre-se: Sexo seguro ou nada de sexo! Use camisinha.

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