quinta-feira, 21 de abril de 2011

T.E. & S.I.L.V.I.O.

Terça-feira, 26 de fevereiro de 2008.

O dia começou mais tranqüilo e eu fiquei contente em reencontrar a Teresa na academia depois de muitos dias sem vê-la. Todos os dias nós nos encontramos lá logo depois de eu deixar as crianças na escola. Hoje a saudade era tamanha que resolvemos passar o dia juntas depois da aula de ginástica.
Nós nos conhecemos ainda na escola primária e depois descobrimos que éramos vizinhas. Os pais dela tinham acabado de chegar do sul e ela era novidade para a escola e para meus olhos infantis: aquele laço de fita azul no cabelo loiro combinando com a cor dos olhos me deixou fascinada. Ficamos amigas e nos tornamos inseparáveis durante toda a adolescência. Éramos tão cúmplices que resolvemos treinar o primeiro beijo na boca uma da outra. O melhor de tudo é que o treino não parou no beijo... Fomos para a mesma faculdade, apesar de termos feito cursos diferentes, dividimos os mesmos garotos – muitas vezes sem que eles soubessem - e resolvemos nos casar na mesma época. Eu me casei com o Haroldo e ela se casou com o Jorge, primo dele.
- Puxa, Sarinha. É impressão minha ou o Silvio pegou pesado hoje na série de exercícios?
- Sua gata preguiçosa! Você ficou mais de 15 dias enferrujando e agora está fora de forma, só isso.
Estávamos a caminho do vestiário e dei uma tapa em seu bumbum redondinho e empinado. Ela não resistiu e disse em meu ouvido:
- Quero você agora!
Havia outras mulheres no vestiário e nós não estávamos com pressa. O vestiário é amplo e as duchas são separadas por boxes. Todo mundo sabe que somos muito amigas e, muitas vezes, usando a desculpa de estar com pressa e não ter ducha desocupada, nós tomamos banho juntas e isso ninguém nunca estranhou, afinal éramos casadas e livres de qualquer suspeita. Frequentávamos aquela academia há anos e nunca fomos alvo de nenhum tipo de fofoca porque sempre tivemos muito cuidado.
Eu fiquei sentada observando o movimento e fingindo estar cansada o bastante para não começar meu banho imediatamente. Eu já estava louca de tesão quando Teresa começou a se despir na minha frente. Senti meus mamilos enrijecerem por baixo da malha só de imaginar que logo mais meu corpo estaria colado ao dela. Ela tem a minha idade, 1,65 de altura, seios fartos, rosto de anjo, toda durinha e gostosinha. Seus longos cabelos loiros, lisos e bem cuidados chegam à cintura bem definida. Apesar da pele muito clara, estava ainda mais dourada que de costume e com belas marcas de biquíni, resultado da temporada em Búzios durante o carnaval com o marido. Eu conhecia cada detalhe daquele templo de prazer, sabia onde estava localizada cada pinta. Não demorou muito, o vestiário começou a esvaziar e eu resolvi me despir depois que uma das meninas perguntou se eu ainda estava de férias:
- Só volto na semana que vem. Estou em marcha lenta ainda.
- Então é por isso que hoje você não está na correria. Curta bastante por nós duas que o dever já está me chamando há meia hora!
Depois que o vestiário esvaziou-se, nua e úmida, bati no box de Teresa e ela abriu a porta com um sorriso estonteante. Apesar da aparência frágil, me puxou pelos cabelos e começou a me beijar, violentamente. Juntei as duas mãos em seu bumbum e puxei-a para mim. Ficamos ali um bom tempo, unidas como almas gêmeas, molhadas pela água da ducha e pelo prazer que emanava de nossos corpos, roçando nossa feminilidade uma na outra. Aos poucos fui deslizando e beijando seu corpo, enquanto ela fazia o mesmo. Abocanhei seu mamilo róseo e suguei-a até ele ficar vermelho, repeti e alternei entre um mamilo e outro enquanto ela introduzia seus dedos vertiginosamente em meu ânus e em minha vagina ao mesmo tempo, provocando em mim um delírio imediato e falando besteiras:
- Que racha gostosa! Que cuzinho doce!
Gozei duplamente sentindo suas mãos na minha buceta e no meu cu. Com sua boca em meu peito, mordia com força meu mamilo duro e grande. Pude sentir um misto de dor e de prazer que me deixou em estado de leveza profunda. Logo em seguida, agachei-me e comecei a chupar seu clitóris. O volume do seu gozo em minha língua foi tão intenso que se confundiu com a água da ducha escorria sobre nós, mas reconheci seu gosto e aproveitei cada gota a que eu tinha direito. Naquele instante Teresa era só minha e eu passei a morder seus lábios inferiores, introduzi minha língua em seu orifício e fiz movimentos circulares, agarrada às suas coxas musculosas com as duas mãos:
-Vou gozar de novo, Sa... safada!
- Hummmmmmmmm...
- Gos...to...sa! Hummmmmm...
Nisso percebemos a presença de mais alguém chegando no vestiário. Na verdade ele já estava nos ouvindo há algum tempo como confessou depois, mas precisava ter certeza. Era Silvio, nosso instrutor, visivelmente alterado que chegou atraído pelo barulho que estávamos fazendo quando a academia já deveria estar vazia.
- Vem cá, vem – convidei-o.
- Aqui não. É meu local de trabalho. Onde se ganha o pão não se come a carne – sorriu.
- Então vem com a gente! – disse Teresa.
Em poucos minutos saímos dali, os três quase em silêncio. Teresa pegou carona comigo, como sempre, e pediu que ele nos seguisse. Fomos para o apartamento dela.
Chegando lá, ela tranquilizou-o avisando que o Jorge viajara naquela manhã e já deveria estar em Belo Horizonte naquele momento. Enquanto ela servia-lhe uma bebida, coloquei “Sexyback” para tocar. Sentamos as duas numa poltrona e ele entendeu o que queríamos.

- Suas danadinhas...
Largou o copo e começou a fazer streap tease. Já havíamos transado com ele antes, mas nunca ao mesmo tempo. Ele sabia da nossa amizade, mas sequer sonhava que fosse tão profunda e íntima. Ele tem 24 anos e faz a linha “bom-moço”, muito atencioso e educado mas sem permitir muita aproximação das alunas mais atiradas. Veste-se sempre socialmente, apesar de sua ligação com os esportes. Isso o torna diferente dos outros instrutores que estão sempre suados e de moletom dentro e fora do ambiente de trabalho. Um tesão de moreno de olhos verdes, rosto de menino e um pau grosso e firme por horas a fio. 
Talvez se antecipando, deixara o terno no carro. Estava de camisa branca, sem gravata, calça de linho preta e o charme de sempre no olhar.
Começou desabotoando a camisa, cuidadosamente, a partir dos punhos e depois a frente, dançando deliciosamente no ritmo da música. Atirou-a em um canto da sala e passou a abrir o cinto da calça. A essa altura, comecei a acariciar Teresa que resolveu tirar minha roupa. Ele fez menção de aproximar-se de nós, mas pedimos que não parasse com o streap dando gritinhos e gemidos. Assim que se livrou do cinto, abriu a calça e pudemos ver a cueca boxer branca que parecia estar prestes a explodir devido ao tamanho e a força de seu pau, já em total ereção. Nós duas nuas começamos a nos beijar. A música já estava quase no fim quando ele tirou a calça com pressa e veio em nossa direção, desobedecendo a ordem que havia sido dada por nós.
Mas já estava na hora dele fazer sua parte e não relutamos. Ele enfiou com tudo na boca de Tereza que já o aguardava enquanto eu abocanhava seu clitóris macio. Ela fez uma gulosa de responsa nele e eu a fiz gozar mais uma vez em minha boca. Depois disso, posicionei-me no sofá para recebê-lo por trás. Ele segurou meus cabelos, como eu gostava, e comeu minha buceta com vontade, mordendo minhas costas e uivando de prazer enquanto Teresa beijava-lhe a boca. Gozei gostoso naquele pau levado e desocupei-o para que ele terminasse de satisfazer minha amiga. Então ele introduziu tudo aquilo no cuzinho da Te...
- Tesuda! – gritava ele pra ela e para mim, alternadamente.
Fiquei olhando a cena por um tempo e assim que ele gozou nela eu quis de novo, mas dessa vez queria que ele enchesse meu cu de porra e não demorou muito para que isso acontecesse. Teresa ficou embaixo de mim o tempo todo dessa vez, chupando meus seios e me levando à loucura junto com ele.
A manhã passou depressa e fomos os três almoçar no centro da cidade depois de um banho cheio de carícias e mordidas dentro da banheira.
Lembre-se: Sexo seguro ou nada de sexo! Use camisinha.

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