segunda-feira, 2 de maio de 2011

M.O.A.C.Y.R.

Segunda-feira, 03 de março de 2008.
Meu fim-de-semana foi totalmente “família”. Como boa canceriana que sou, adoro esses momentos. Na sexta à noite tivemos cinema em casa. Sábado fomos ao parque com as meninas pela manhã, almoçamos fora e à tarde visitamos a vovó Raquel, mãe da minha falecida mãe. No domingo, dormimos bastante e depois fomos ao zoológico. À noite jantamos pizza numa deliciosa cantina perto de casa e as meninas foram para a cama cedo. Aproveitamos para fazer um amorzinho gostoso: na cama, convencional, sem grandes estripulias. Em seguida dormimos de conchinha. Não poderia ser diferente.
Apesar das férias terem terminado, sinto-me um pouco aliviada por saber que não preciso mais levar as meninas ao colégio. Não por elas, que são minha vida, mas por poder acordar um pouco mais tarde e ir direto para a academia antes do trabalho.
Na redação do jornal parece que nada mudou. Minha sala continuava como deixei, exceto pelas plantas que ficaram aos cuidados de Mônica, minha secretária. “Espero que ela me devolva logo”, pensei assim que pus os pés na sala. Adoro verde e não sei viver sem clorofila.
Mesmo não tendo viajado desta vez, consegui me desligar totalmente do trabalho. Não pretendo contar minha rotina profissional e por isso não vou entrar em detalhes, mas posso dizer o que faço: sou diretora comercial de um grande jornal da capital de São Paulo.
Durante as primeiras horas tomei ciência de minha agenda e Mônica me deu todas as informações necessárias para não pegar o bonde andando na reunião que teríamos à tarde. Muita gente passou por minha sala para desejar boas vindas e percebi que havia um funcionário novo quando fui chamada à sala de Laércio, o “Grande”. Estava sentado, concentrado no computador e não notou minha presença. Não pude formar nenhum tipo de opinião sobre ele, apesar de saber que em breve Mônica me daria sua ficha completa.
Laércio me aguardava em pé, encostado em sua mesa, me olhando com cara de lobo mau aposentado. Baixinho, de meia-idade, corpulento, careca reluzente e brilhantes olhos azuis, sempre risonho e bonachão, é o tipo de chefe que todos respeitam, mas que ninguém teme. É muito bom trabalhar com ele, uma das razões pelas quais nunca abdiquei do meu trabalho em prol da família. Tive licença estendida por causa das gêmeas, mas meu lugar sempre esteve vago, me esperando.
- Bom dia, minha flor. Como foram suas férias?
- Ótimas, chefinho, mas eu não via a hora de voltar – puxei-o pela gravata insinuando um beijo na boca que nunca aconteceria. Beijei sua testa.
- Você não perde o costume de me deixar na expectativa toda vez que vem à minha sala, não é?
- Não diga mais nada, ou o processo por assédio sexual! – ri alto, dando a volta na mesa e sentando em seu lugar.
- Você pode, não é? Sou assediado por você há anos e nunca reclamei.
- Cômodo... Quais são as novas?
- Você não lê jornal, não?
Rimos da piada e então ele passou a relatar todas as coisas importantes que aconteceram  durante a minha ausência.
O dia foi tranquilo e eu me senti bem após o expediente. Fui para casa feliz e sem me sentir cansada.
Logo que saí do prédio, percebi um sujeito acenando para mim no trânsito. Pensei que fosse alguém conhecido, mas depois que reparei melhor, percebi que era um tipo totalmente diferente. Estava metido em um utilitário branco, com emblema de alguma empresa, provavelmente era motorista ou entregador. Era um rapaz negro, bonito, tinha cerca de 30 anos e usava cavanhaque. Imaginei que minha porta estivesse aberta e conferi as travas, não havia nada de errado com o carro. Parei no farol e abaixei o vidro, pois ele balançava as mãos insistentemente num movimento que eu não conseguia decifrar. Tirei os óculos escuros e perguntei o que era afinal:
- Preciso falar com você de qualquer jeito, moça bonita. Me dê seu telefone!
- Não posso dar meu telefone a você, só tenho um. Está tentando me assaltar? – brinquei, mas fechei os vidros e continuei meu caminho.
Era simples: ele estava me paquerando. Resolvi despistá-lo, pois eu queria chegar cedo em casa, mas ele pisou firme atrás de mim e parecia decidido.
Vez por outra emparelhava com meu carro e gesticulava como quem diz “Vai devagar, você está correndo muito” e eu respondia do meu jeito, para que ele lesse meus lábios “Es-tou-com-pres-sa”. Talvez assim ele desistisse.
A perseguição durou mais de 15 minutos, que é o tempo que eu costumo gastar no trajeto do trabalho para casa, mas ele continuava insistindo para eu parar. Eu já estava perto de casa e comecei a imaginar que o que estava sendo divertido poderia ser perigoso. E se ele fosse um seqüestrador disfarçado? Aquilo foi me tomando num misto de medo e tentação e eu resolvi ver até onde aquilo iria.
Eu nunca tive medo do perigo, pelo contrário, o perigo me excita. Fui além quando passei pelo portão de casa, não queria que ele soubesse onde eu moro. Mais a frente tem um largo bem iluminado, onde ficam carros estacionados e um posto policial. Achei que ali eu não correria risco de ser carregada à força. Parei o carro e desci. Ele parou atrás e esperou:
- Você é maluco? Até onde pretende me seguir?
- Até onde você for – sorriu com a maior cara de safado que já vi.
- Quero ver seus documentos.
- Por que? Você é da polícia?
- Não. É que não falo com estranhos.
- Garota esperta. Gostei de ver – sacou a carteira e me entregou o RG.
Pedi que esperasse. Fui até meu carro, peguei minha bolsa, coloquei seu RG no banco do carona e voltei ao utilitário. Entrei e sentei a seu lado. Ele ficou boquiaberto. Imagino que jamais esperasse tal atitude de minha parte. Então eu ordenei:
- Vamos!
- Aonde? – perguntou desconcertado.
- Se eu tiver que dizer a você aonde vamos, não iremos a lugar algum. Desço aqui mesmo.
- Onde está meu documento?
- Em um lugar seguro.
- Você é maluca?
- Talvez... – sorri.
- Como é o seu nome?
- Não interessa! Ande logo que não tenho muito tempo.
- Uau... – sorriu ele, mais à vontade, mas ainda inseguro..
Ele manobrou o carro lentamente e deu a volta pelo largo. Entrou em uma rua que nos levaria na direção de onde viemos.
Coloquei a mão em sua coxa, por cima da calça e procurei seu membro. Agarrei-o com força e ele soltou um suspiro:
- Gata...
- Xiii... Quieto! Dirija com atenção.
- Vou fazer o possível...
Abri seu zíper e senti que era enorme, já estava duro de tesão e mal cabia na cueca. O trânsito começava a aumentar naquele horário e então o carro andava poucos metros e parava por um bom tempo. Aproveitei para abocanhá-lo, sem colocar em risco nossas vidas. Não queria que ele perdesse o controle do carro. Teve um momento em que parou um caminhão ao lado e notei que estávamos sendo observados.


O vidro do carro estava fechado, mas era um vidro claro e quem estivesse de cima poderia ver a cena. Levantei-me e dei de cara com um senhorzinho sorridente ao volante do caminhão, olhos vidrados em mim. Olhei bem no fundo de seus olhos e passei a língua no vidro, lentamente, de baixo até em cima. Ele deve ter ficado maluco de tesão. Ficou paralisado, pensei que iria enfartar, pelo modo como arregalou os olhos. O trânsito andou e eu voltei ao que estava fazendo antes. Engoli o membro grande e grosso de Moacyr – nome que constava no documento – e continuei o que estava fazendo.
Não muito distante de casa, chegamos a um motel. Ele desceu e veio abrir minha porta. Era quase da minha altura, cabelos crespos, olhos castanhos claros, boca grande e carnuda, dentes brancos e arcada perfeita, usava calça social escura e camisa branca, com o nome da empresa bordado no bolso. Não parecia ter trabalhado o dia inteiro, cheirava bem, tinha acabado de sair do banho eu diria. Adoro cheiro de homem com cheirinho de sabonete e aquilo me deixou muito mais acesa,. tanto é que não resisti e meti a boca minutos antes.
Desci do carro com seu auxílio e ele me ergueu em seus braços e me beijou, enfiando sua enorme língua na minha boca, sugando-me até a alma, enquanto caminhava para o quarto comigo no colo, como se fosse um neandertal.
Abriu a porta e colocou-me sobre a cama, começou a despir-me com pressa. Desabotoou a calça e tirou minhaa calcinha com os dentes. Depois passou para a parte de cima. Eu estava de tailler, mas por baixo usava um blusa aparentemente bem comportada, de frente única e sem sutiã. Ele segurou meus seios com suas mãos grandes e apertou-os, em seguida enfiou a mão por baixo de mim e começou a massagear meu clitóris. Chupou-me com tanta fome que parecia que ia me deixar gasta, roçando seu cavanhaque, o que provocava umas cócegas gostosas. Depois ele comeu minha bonequinha com maestria. Mexia gostoso, me deixando alucinada. Gozei em poucos minutos. Deixou-me pairar na cama enquanto meu corpo convulsionava e então virou-me de costas, mordeu meu bumbum, lambeu meu ânus, umedecendo-o. Senti aquele pau imenso penetrar-me por trás. Ele sabia fazer tão bem que não senti nenhum desconforto. Segurou meus cabelos e meteu com força até gozar em meu “cuzinho apertadinho”, como balbuciou, urrando de prazer. Percebi que ele queria mais. Se dependesse dele ficávamos ali a noite toda. Mas interrompi a festa, avisando que se eu não chegasse em casa em meia hora meu carro seria encontrado perto da minha casa, por meu marido no caminho de volta do trabalho, com seu RG dentro e, certamente, ele chamaria a polícia.
- Sua louca! Gostosíssima, mas louca! Nem vou mais aguentar trabalhar hoje, estou com as pernas bambas.
Saímos dali em poucos minutos e ele me deixou no mesmo lugar que havia pego, olhando em volta, ressabiado, com medo que o Haroldo aparecesse de repente.
Lembre-se: sexo seguro ou nada de sexo! Use camisinha.

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