quarta-feira, 27 de abril de 2011

E.L.A.

Quinta-feira,  28 de fevereiro de 2008.
Hoje eu me dei ao luxo de dormir até tarde. Haroldo levou as meninas à escola e pediu que eu não saísse da cama antes do meio-dia. Depois do café, trouxe as meninas para se despedirem e mandou que fossem para o carro, fez algumas carícias para me provocar e ordenou “Nada de academia hoje, você está malhando demais pro meu gosto”. Ele sabe de tudo que aconteceu, desde o meu reencontro com Teresa até o par de botões de rosas que o Silvio nos levou no dia seguinte ao de nossa festinha e entregou na frente das outras alunas que não entenderam aquela atitude vinda justo do professor mais reservado e prudente no trato com elas. Assim como eu tenho dele, ele também tem ciúmes de mim. Mas ao contrário dele eu prefiro não saber o que ele faz com outras mulheres, apesar de que ele sempre fala que isso jamais foi necessário, pois em mim ele tem todas as mulheres que deseja. Mas nosso ciúme não é um ciúme de posse, é um ciúme de cuidado.
Voltei a dormir porque os últimos dias foram muito exaustivos e minhas férias estão chegando ao fim. Acordei por volta das 10h e fiquei na cama um bom tempo, pensando nos últimos dias e nas loucuras que fiz. Durante as férias eu costumo fazer muito mais coisas que normalmente eu não tenho tempo de fazer. Interessante é que dessa vez não fiz viagens longas como de costume, por conta do trabalho do Haroldo e da escola das meninas, e mesmo assim aproveitei bastante porque não importa onde estou para ser feliz.
O fato de saber que excito as pessoas me excita. Gosto do meu corpo e costumo tocá-lo como se estivesse conferindo se tudo ainda funciona como antes. Depois de lembrar de Pedro, Teresa, Silvio e Haroldo foi inevitável fazer uma conferência. Eu ainda estava nua. A noite anterior foi longa e o jantar terminou na cama. Isso facilitou bastante.

Primeiro examinei meus seios e percebi que continuam cheinhos, redondos, suas auréolas escuras e lisinhas e o bico firme e atento ao primeiro toque. Percorri meu ventre com uma das mãos enquanto a outra acariciava o seio esquerdo, até chegar na parte mais quente do meu corpo. Qualquer dia desses vou medir a temperatura, isso acabou de me ocorrer. Passei a massagear meu clitóris e fui prolongando a carícia até mais embaixo, com dois dedos. Fiquei completamente espicaçada e dei alguns tapinhas enquanto massageava loucamente toda a região. Não demorou muito e os espasmos vieram, as pernas estremeceram, gemi de prazer e levei a mão à boca em seguida. Adoro o meu gosto de fêmea no cio. Nem percebi que alguém entrara no quarto...
- Bonito, né? Como você pode ser tão gostosa?
- Te...
- Você não foi à academia e eu vim ver o que aconteceu de tão grave – disse ela sorrindo, da porta do meu quarto, jogando a bolsa sobre a poltrona.
- Ah, só cansaço. Hoje resolvi dormir mais um pouco. Diferente de você que é dondoca eu volto ao batente semana que vem. Vem aqui, deita um pouco comigo.
Teresa começou a tirar a roupa como uma criança que acabara de ganhar um prêmio e pulou sobre mim, nua como nasceu. Puxei o lençol para que ela entrasse e ficasse mais perto. Ela ficou por cima de mim, me beijando com o hálito de hortelã e começou a me apalpar com as duas mãos.
- Hoje eu não vou fazer nada, estou exausta – fiz charme.
- Sei... Não foi isso que eu presenciei quando cheguei, você parecia bem disposta.
- Um pequeno mimo para espantar a solidão...
- Safada... Gostosa!
Mordi seu mamilo com tanta força que ela quase gritou, mas de prazer. Suguei-o em seguida com carinho, enquanto ela continuava a me acariciar. Depois fez eu me virar e sentou-se sobre o meu dorso, esfregando sua vagina em mim e massageando meus ombros com as mãos. Suas mãos foram descendo e sua vagina também. Pousou sobre o meu bumbum e continuou se esfregando enquanto massageava. O ritmo foi aumentando, aumentando e então percebi que estava chegando ao orgasmo ali mesmo, enquanto subia e descia sobre as minhas nádegas. Quando terminou ela deitou-se ao meu lado e ficamos ali um bom tempo.
Convidei-a para um banho. Precisava que alguém me esfregasse porque o cansaço tomou conta de mim. Foi então que mais uma vez ela subiu em mim, mas agora fizemos um 69. Mergulhei em sua xana e lambi, mordi, chupei até a alma. Ela não fez por menos. Enfiava a língua na minha vagina e me lambia enquanto sugava, me levando ao delírio e me fazendo gozar em poucos instantes. Em pouco tempo ela também gozou em minha boca e eu pude sentir seu gosto mais uma vez antes de irmos juntas para o banho.

Lembre-se: Sexo seguro ou nada de sexo! Use camisinha.

sexta-feira, 22 de abril de 2011

H.A.R.O.L.D.O.

Quarta-feira, 27 de fevereiro de 2008.

- Hum... Tudo isso é pro seu maridão?
- Claro, delícia. Sempre é pra você.
- Onde estão as meninas?
- Estão lá em cima, brincando no quarto de bonecas.
- E o que você está preparando ai?
- Um jantarzinho leve para nós dois.
- Algo especial a ser comemorado?
- Vejamos... O fato de você existir e fazer parte da minha vida? – eu disse isso mordendo os lábios enquanto ele metia a mão por baixo do meu vestido, quando o interrompi – Ei, a sobremesa só depois...
- Como você é má, minha rainha. Seu escravo vai tomar um banho, colocar as princesinhas na cama e descer para saborear esse manjar dos deuses!
Dizendo isso, ergueu-me com seus braços fortes sentou-me sobre a mesa. Enquanto me beijava, abriu minhas pernas, afastou a calcinha, enfiou o dedo em minha vagina e saiu lambendo em seguida, sem tirar os olhos de mim enquanto saía pela porta da cozinha:
- Hum, mas está uma delícia!
O Haroldo adora quando eu faço papel de esposa, cozinho para ele e o espero cheirosinha, com o cabelo meio preso, meio solto, como quem não quer nada. Naquele vestido de cetim bordô, com aquele super decote mostrando os seios fartos e mamilos saltando ao tecido fino, confesso que até eu me achei irresistível diante do espelho. Minha pele é mais escura que a dele e meus olhos são castanhos e amendoados. Estou um pouco mais bronzeada por conta do último fim de semana na praia. Ele diz sempre que sou maravilhosa em todos os sentidos, mas que a minha boca é o meu cartão de visitas. Dificilmente uso batom porque meus lábios são carnudos e minha boca já é grande e apetitosa o suficiente, limito-me a usar um gloss saboroso para hidratar a boca e realçar a volúpia. Tudo isso graças à mistura de raças em minha família: índios de quem herdei os cabelos, negros de quem herdei os traços faciais e europeus, de quem herdei os outros centímetros de pecado.
Meia hora depois, com a mesa de jantar arrumada, as velas aromáticas acesas e o arranjo de flores que recebi no dia anterior com um cartão escrito apenas “Todo seu quando você quiser. Ass: P.”, eis que surge no alto da escadaria o homem mais bonito e mais gostoso que já tive em toda minha vida. Haroldo tem 32 anos, 1,81m, peso equivalente, peito e braços fortes como se tivesse malhado mas sem nunca pisar em uma academia, mãos grandes, pernas roliças e bem torneadas, sobrancelhas grossas, olhos verdes e grandes, pele clara, cabelos loiros, encaracolados e sedosos, e estava apenas de roupão, pronto para servir-me.
Enquanto eu punha uma música que embora seja triste, eu adoro, ele foi pegar o vinho para acompanhar meu conchiglione aos quatro queijos com molho verde e então passamos à entrada.

Ele serviu as duas taças e deixo-as sobre a mesa. Caminhou em minha direção e conduziu-me ao meio da sala. Dançamos alguns segundos ao ritmo da música, quando ele começou a beijar minha orelha e morder meu pescoço, sussurrando baixinho “Te amo tanto, docinho”. A partir daquele instante entrei em transe. Ele tem sobre mim um poder que eu não sei explicar de onde vem. Senti um caldo quente escorrer pela perna, pois a calcinha já não segurava mais nada e então, de olho fechados entreguei-me de corpo e alma ao único homem que de fato, é meu dono e senhor.
 Você é minha, só minha?
- Sempre, sempre...
- Então prova!
Fui descendo com minha boca colada em seu corpo enquanto o roupão imitava meu movimento, suavemente. Ele estava completamente nu e ereto, segurando meus cabelos com doçura e sem forçar nada, quando engoli seu pau teso e perfumado que eu sabia que era só meu, de mais ninguém. Chupei devagar e fui aumentando a sucção gradativamente, passando minha língua na cabecinha e brincando com o orifício central, mordiscando-o, passando os lábios por todo ele, a língua, o rosto, massageando com a mão, num ritmo moderado, aumentando a intensidade conforme ele se contorcia de prazer, até vê-lo jorrar e sentir o líquido quente e grosso em meu rosto. Por um instante abracei-me em suas pernas, com o rosto ainda na direção do jato quando ele veio até mim, suavemente e começou a lamber meu rosto e beijar minha boca. Enquanto tirava meu vestido e sugava meus seios, ia debruçando-se sobre mim e eu ia beijando-o. Passou por minha barriga, meu “montinho da salvação”, como ele carinhosamente chamava, puxando a calcinha com cuidado, até alcançar meu grelo e repetir com ele tudo que eu fiz com seu delicioso membro. Quando eu já estava prestes a gozar ele parou, subitamente, dizendo “Ainda não, gostosa, você merece mais...” e esgueirou-se sobre mim até que nossos sexos ficassem paralelos. Ele foi penetrando em mim com toda a capacidade que tinha antes de ejacular pela primeira vez, com movimentos sincronizados aos meus, fazendo amor comigo como se fosse a última chance que tinha, com todo carinho e toda devoção. Num frêmito de desejo, revirei-me e fiquei por cima dele. Sentei sobre aquilo tudo que já estivera dentro de mim e cavalguei bruscamente enquanto ele massageava meus seios e apertava meus mamilos com as pontas dos dedos. Eu adoro ficar por cima e dominar a situação, por isso ele me chama de rainha e diz que é meu escravo. Gozamos ao mesmo tempo pela primeira vez de muitas pois naquela voltamos a repetir o ato antes, durante e depois do jantar.

Lembre-se: Sexo seguro ou nada de sexo! Use camisinha.

quinta-feira, 21 de abril de 2011

T.E. & S.I.L.V.I.O.

Terça-feira, 26 de fevereiro de 2008.

O dia começou mais tranqüilo e eu fiquei contente em reencontrar a Teresa na academia depois de muitos dias sem vê-la. Todos os dias nós nos encontramos lá logo depois de eu deixar as crianças na escola. Hoje a saudade era tamanha que resolvemos passar o dia juntas depois da aula de ginástica.
Nós nos conhecemos ainda na escola primária e depois descobrimos que éramos vizinhas. Os pais dela tinham acabado de chegar do sul e ela era novidade para a escola e para meus olhos infantis: aquele laço de fita azul no cabelo loiro combinando com a cor dos olhos me deixou fascinada. Ficamos amigas e nos tornamos inseparáveis durante toda a adolescência. Éramos tão cúmplices que resolvemos treinar o primeiro beijo na boca uma da outra. O melhor de tudo é que o treino não parou no beijo... Fomos para a mesma faculdade, apesar de termos feito cursos diferentes, dividimos os mesmos garotos – muitas vezes sem que eles soubessem - e resolvemos nos casar na mesma época. Eu me casei com o Haroldo e ela se casou com o Jorge, primo dele.
- Puxa, Sarinha. É impressão minha ou o Silvio pegou pesado hoje na série de exercícios?
- Sua gata preguiçosa! Você ficou mais de 15 dias enferrujando e agora está fora de forma, só isso.
Estávamos a caminho do vestiário e dei uma tapa em seu bumbum redondinho e empinado. Ela não resistiu e disse em meu ouvido:
- Quero você agora!
Havia outras mulheres no vestiário e nós não estávamos com pressa. O vestiário é amplo e as duchas são separadas por boxes. Todo mundo sabe que somos muito amigas e, muitas vezes, usando a desculpa de estar com pressa e não ter ducha desocupada, nós tomamos banho juntas e isso ninguém nunca estranhou, afinal éramos casadas e livres de qualquer suspeita. Frequentávamos aquela academia há anos e nunca fomos alvo de nenhum tipo de fofoca porque sempre tivemos muito cuidado.
Eu fiquei sentada observando o movimento e fingindo estar cansada o bastante para não começar meu banho imediatamente. Eu já estava louca de tesão quando Teresa começou a se despir na minha frente. Senti meus mamilos enrijecerem por baixo da malha só de imaginar que logo mais meu corpo estaria colado ao dela. Ela tem a minha idade, 1,65 de altura, seios fartos, rosto de anjo, toda durinha e gostosinha. Seus longos cabelos loiros, lisos e bem cuidados chegam à cintura bem definida. Apesar da pele muito clara, estava ainda mais dourada que de costume e com belas marcas de biquíni, resultado da temporada em Búzios durante o carnaval com o marido. Eu conhecia cada detalhe daquele templo de prazer, sabia onde estava localizada cada pinta. Não demorou muito, o vestiário começou a esvaziar e eu resolvi me despir depois que uma das meninas perguntou se eu ainda estava de férias:
- Só volto na semana que vem. Estou em marcha lenta ainda.
- Então é por isso que hoje você não está na correria. Curta bastante por nós duas que o dever já está me chamando há meia hora!
Depois que o vestiário esvaziou-se, nua e úmida, bati no box de Teresa e ela abriu a porta com um sorriso estonteante. Apesar da aparência frágil, me puxou pelos cabelos e começou a me beijar, violentamente. Juntei as duas mãos em seu bumbum e puxei-a para mim. Ficamos ali um bom tempo, unidas como almas gêmeas, molhadas pela água da ducha e pelo prazer que emanava de nossos corpos, roçando nossa feminilidade uma na outra. Aos poucos fui deslizando e beijando seu corpo, enquanto ela fazia o mesmo. Abocanhei seu mamilo róseo e suguei-a até ele ficar vermelho, repeti e alternei entre um mamilo e outro enquanto ela introduzia seus dedos vertiginosamente em meu ânus e em minha vagina ao mesmo tempo, provocando em mim um delírio imediato e falando besteiras:
- Que racha gostosa! Que cuzinho doce!
Gozei duplamente sentindo suas mãos na minha buceta e no meu cu. Com sua boca em meu peito, mordia com força meu mamilo duro e grande. Pude sentir um misto de dor e de prazer que me deixou em estado de leveza profunda. Logo em seguida, agachei-me e comecei a chupar seu clitóris. O volume do seu gozo em minha língua foi tão intenso que se confundiu com a água da ducha escorria sobre nós, mas reconheci seu gosto e aproveitei cada gota a que eu tinha direito. Naquele instante Teresa era só minha e eu passei a morder seus lábios inferiores, introduzi minha língua em seu orifício e fiz movimentos circulares, agarrada às suas coxas musculosas com as duas mãos:
-Vou gozar de novo, Sa... safada!
- Hummmmmmmmm...
- Gos...to...sa! Hummmmmm...
Nisso percebemos a presença de mais alguém chegando no vestiário. Na verdade ele já estava nos ouvindo há algum tempo como confessou depois, mas precisava ter certeza. Era Silvio, nosso instrutor, visivelmente alterado que chegou atraído pelo barulho que estávamos fazendo quando a academia já deveria estar vazia.
- Vem cá, vem – convidei-o.
- Aqui não. É meu local de trabalho. Onde se ganha o pão não se come a carne – sorriu.
- Então vem com a gente! – disse Teresa.
Em poucos minutos saímos dali, os três quase em silêncio. Teresa pegou carona comigo, como sempre, e pediu que ele nos seguisse. Fomos para o apartamento dela.
Chegando lá, ela tranquilizou-o avisando que o Jorge viajara naquela manhã e já deveria estar em Belo Horizonte naquele momento. Enquanto ela servia-lhe uma bebida, coloquei “Sexyback” para tocar. Sentamos as duas numa poltrona e ele entendeu o que queríamos.

- Suas danadinhas...
Largou o copo e começou a fazer streap tease. Já havíamos transado com ele antes, mas nunca ao mesmo tempo. Ele sabia da nossa amizade, mas sequer sonhava que fosse tão profunda e íntima. Ele tem 24 anos e faz a linha “bom-moço”, muito atencioso e educado mas sem permitir muita aproximação das alunas mais atiradas. Veste-se sempre socialmente, apesar de sua ligação com os esportes. Isso o torna diferente dos outros instrutores que estão sempre suados e de moletom dentro e fora do ambiente de trabalho. Um tesão de moreno de olhos verdes, rosto de menino e um pau grosso e firme por horas a fio. 
Talvez se antecipando, deixara o terno no carro. Estava de camisa branca, sem gravata, calça de linho preta e o charme de sempre no olhar.
Começou desabotoando a camisa, cuidadosamente, a partir dos punhos e depois a frente, dançando deliciosamente no ritmo da música. Atirou-a em um canto da sala e passou a abrir o cinto da calça. A essa altura, comecei a acariciar Teresa que resolveu tirar minha roupa. Ele fez menção de aproximar-se de nós, mas pedimos que não parasse com o streap dando gritinhos e gemidos. Assim que se livrou do cinto, abriu a calça e pudemos ver a cueca boxer branca que parecia estar prestes a explodir devido ao tamanho e a força de seu pau, já em total ereção. Nós duas nuas começamos a nos beijar. A música já estava quase no fim quando ele tirou a calça com pressa e veio em nossa direção, desobedecendo a ordem que havia sido dada por nós.
Mas já estava na hora dele fazer sua parte e não relutamos. Ele enfiou com tudo na boca de Tereza que já o aguardava enquanto eu abocanhava seu clitóris macio. Ela fez uma gulosa de responsa nele e eu a fiz gozar mais uma vez em minha boca. Depois disso, posicionei-me no sofá para recebê-lo por trás. Ele segurou meus cabelos, como eu gostava, e comeu minha buceta com vontade, mordendo minhas costas e uivando de prazer enquanto Teresa beijava-lhe a boca. Gozei gostoso naquele pau levado e desocupei-o para que ele terminasse de satisfazer minha amiga. Então ele introduziu tudo aquilo no cuzinho da Te...
- Tesuda! – gritava ele pra ela e para mim, alternadamente.
Fiquei olhando a cena por um tempo e assim que ele gozou nela eu quis de novo, mas dessa vez queria que ele enchesse meu cu de porra e não demorou muito para que isso acontecesse. Teresa ficou embaixo de mim o tempo todo dessa vez, chupando meus seios e me levando à loucura junto com ele.
A manhã passou depressa e fomos os três almoçar no centro da cidade depois de um banho cheio de carícias e mordidas dentro da banheira.
Lembre-se: Sexo seguro ou nada de sexo! Use camisinha.

quarta-feira, 20 de abril de 2011

P.E.D.R.O.

Segunda-feira, 25 de fevereiro de 2008.

Segunda-feira é o dia da semana em que nada dá certo. Primeiro foi o fim-de-semana estressante na casa de praia da mãe do Haroldo, meu marido. Doida de tesão querendo transar e ele jogando truco com todos os homens da casa. Nenhum disponível para saciar minha fome. Nem mesmo a Teresa, minha melhor amiga, pôde ir desta vez, e eu tive que fazer justiça com as próprias mãos umas cinco vezes, só no domingo. Depois, logo cedo, a fila de carros para deixar as gêmeas no colégio. Mães histéricas no portão da escola, no primeiro dia de aula, chorando, gritando e fazendo recomendações desnecessárias às crianças, como se estivessem entregando os filhos ao campo de concentração.
Academia. Ducha. Banco.
Felizmente estou de férias e ainda tenho uma semana livre para cuidar de mim, rever os amigos e relaxar um pouco, longe do "barulho" por algumas horas.

Marquei de almoçar no shopping com o Pedro que encontrei outro dia na festa de noivado do Cláudio, filho do sócio do Haroldo. Ele disse em meio a um desabafo desesperado que não tinha amigos com quem conversar e eu pedi que ligasse para o Haroldo, já que se conheciam do clube de tênis, para jantarem conosco, ele e a esposa-dondoca-aparentemente-pivô-da-crise.
Adoro posar de boa esposa, boa mãe, boa amiga, boa moça... Isso atrai os homens - e também as mulheres. A sensação de ser o primeiro que seduz a esposa feliz e bem amada é excitante para eles porque atrair uma mulher carente e derrotada qualquer um consegue. Quanto às mulheres, me mostro muito afetuosa e faço com que se sintam desejadas. A bem da verdade, sou mesmo tudo isso que eles imaginam que eu seja porque não finjo meu interesse mútuo. A única coisa que talvez eu dirfarce, não forçadamente, à primeira vista, é a minha latente inclinação para o sexo pois dizem que transmito uma imagem de pessoa ingênua mas não faço a menor cerimônia em derrubar esse mito logo no primeiro encontro.
Meu marido é lindo e perfeito, mas não todo o tempo. Combinamos desde sempre que ninguém suspeitaria da minha grande necessidade de ter amigos íntimos. Jamais tenho casos, jamais aceito presentes, jamais ligo ou mando mensagens, apenas respondo quando me procuram. E nunca, jamais, deixo ninguém saber que ele sabe de todos os meus segredos, nem mesmo a Teresa, minha amiga de infância em quem dei meu primeiro beijo de língua. Interessante é que sempre dou um jeito de não ser esquecida, mesmo que nada volte a acontecer, e com o Pedro não seria diferente.
Ele ligou para marcarmos o tal jantar de casais, mas não hesitou em tecer elogios e pedir desculpas pela inconveniência. Depois de alguns minutos de conversa, meio sem jeito, segredou-me que não queria ter ao lado, na mesa de jantar, a esposa ausente que nada sabia sobre ele ao longo de 12 anos de casamento frustrado. Disse ainda que nunca conseguira uma aproximação com o Haroldo que fosse além das partidas de tênis, e que, se eu não me importasse, gostaria de conversar comigo a sós, pois percebera que eu era compreensiva e atenciosa e que para que eu não julgasse isso como má intenção de sua parte, poderia ser um almoço, durante o dia, onde eu pudesse estar sem ter que mudar minha rotina. Era até melhor ser vista em público para depois, se necessário, poder dizer que foi um encontro casual. Então, avisei-o de minha via-crucis naquele dia e ele se dispôs a almoçar comigo após minha visita ao banco.
Marcamos às 12h, na praça de alimentação para depois escolher o restaurante. Cheguei com alguns minutos de atraso e estacionei no subsolo. Normalmente, aquele era um horário movimentado e não estranhei os passos apressados atrás de mim enquanto eu cortava caminho por entre os carros.
- Ei, é você? Sarah?
Virei-me de uma vez, e deparei com o sorriso que faria meu dia deixar de ser normal.
- Oi, Pedro! – sorri de volta, inevitavelmente – Pensei que estivesse atrasada. O gerente me segurou por mais tempo que o previsto.
- No lugar dele eu teria feito o mesmo. Que cheiro bom esse seu perfume...
Disse isso beijando meu rosto e me abraçando ternamente. Retribuí o abraço e pude sentir um volume crescente sob sua calça de microfibra.
- Obrigado, querida. Você não imagina o quanto eu estava ansioso por esse encontro. Já me sinto muito melhor só pelo fato de você ter aceitado meu convite.
Sorri mais uma vez porque adoro ser chamada de querida. Ele segurou minha mão e disse que precisava pegar algo no carro, pois saiu correndo para me alcançar e acabou esquecendo.
Segui-o sem relutar. O carro estava próximo e ele abriu a porta, inclinou-se e começou a mexer no porta-luvas. Encostei-me no veículo, esperando por ele que não demorou mais que meio minuto. Então ele ergue-se e empurrou a porta, mas não fechou. Pegou minha bolsa sem dizer nada e jogou-a no banco do carona. Encostou-se em mim, de corpo inteiro, como se o carro do lado não tivesse deixado espaço suficiente para caber dois corpos. Eu apenas olhava em seus olhos, sem alteração alguma no ritmo cardíaco. Pedro tinha atitude e isso é tudo em um homem. Beijou meus lábios lentamente como se estivesse procurando algo que perdeu e em poucos segundos foi tornando a busca mais intensa, enquanto passava a mão em minha perna esquerda, circulando pela parte de dentro da coxa, subindo lentamente, roçando os dedos por baixo da minha “saia da sorte”, até descobrir que, saindo apressada pela manhã... esqueci de colocar a calcinha!
Muito rapidamente ele encontrou meu clitóris úmido e quente. Gemeu de prazer por ter alcançado a porta do paraíso tão depressa. Eu acariciei seu membro rígido e, com as duas mãos encontrei o zíper que parecia já estar aberto. Para minha surpresa não havia cueca e eu pude segurá-lo com a mesma força com que ele massageava minha fenda suculenta.
Não sei como e com qual mão ele abriu a porta do carro e fomos para o banco de trás. Minha blusa foi arrancada com tal presteza que parecia que ele já sabia como decodificar todas as minhas travas. Só então ele parou de me beijar e passou a chupar meu mamilo eriçado. Sua boca foi percorrendo todo o meu corpo até chegar onde tudo começou. Enquanto ele me lambia e me chupava eu segurava seus cabelos e pressionava sua cara contra minha vagina. Não demorou muito e de dentro dela começou a verter meu suco concentrado. Enquanto eu arrancava sua camisa, gemia de prazer num gozo alucinante. Ele bebeu tudo, não deixou escapar uma gota sequer e conseguiu balbuciar que eu era muito mais gostosa do que ele supunha. Minhas pernas estavam pousando sobre suas costas largas quando ele saiu de onde estava e voltou a beijar minha boca para compartilhar meu gosto comigo mesma:
- Sente como você é gostosa, sente o seu gosto na minha boca, que delícia!
Eu não disse nada, apenas retribuí o beijo quente e levemente salgado. Então resolvi que ele merecia ser recompensado e fui descendo devagar, tateando-o com meus lábios e dando pequenas mordidas pelo caminho que estava a percorrer.
Engoli-o com vontade. Ele estremeceu inteiro e confessou que ninguém nunca tinha feito aquilo antes. Então fiquei ali durante muito tempo sugando-o, lambendo, movimentando minha boca num vai-e-vem frenético até fazê-lo verter toda a tensão em meus lábios voluptuosos.
Não satisfeita, me virei de costas para ele, ajoelhada sobre o banco do carro, encostei meu bumbum e fiz questão de esfregar-me nele, enquanto ele massageava meus seios com as duas mãos e beijava meu pescoço, até conseguir uma nova ereção. Na seqüência fiquei de quatro e não precisei chamar duas vezes. Muito depressa ele já estava dentro de mim rígido, quente, grosso, preenchendo-me completamente. Não deixei que ele fizesse nada sozinho. Movimentei-me de modo sincronizado e ele me comeu mais uma vez com mais vontade ainda, muita força, puxando meus cabelos, cavalgando em mim como um potro alado que acabara de conquistar seu primeiro instante de liberdade.
Lembre-se: Sexo seguro ou nada de sexo! Use camisinha.

Meu propósito

Há mais de três anos, durante as férias do trabalho, estava conversando com um amigo meu sobre um assunto que nos interessa muito: SEXO.

Ele me disse que adorava aprender coisas novas e, para isso, além de praticar muito,  lia contos eróticos, que, nas entrelinhas, dava altas dicas de sedução e prazer. Assim, ele indicou-me algumas leituras como lição de casa e eu passei algumas tardes lendo contos muito bons e outros incrivelmente mal escritos mas com um roteiro super excitante. Fiquei impressionada coms as reações fisiológicas que tive durante uma simples leitura.

Naquele tempo, lembrei-me de alguns episódios reais os quais vivenciei e resolvi escrever sobre eles. Então, aconselhada por este amigo, comecei a escrever contos e publicar em uma comunidade no Orkut.

A receptividade do público leitor foi muito acalourada. Eu não supunha que tanta gente gostasse desse tipo de leitura, tão pouco do meu estilo de escrever.

O tempo foi passando, minha vida sofreu grandes reviravoltas e eu fui ficando cada vez mais sem tempo para relatar minhas picardias sexuais.

Hoje considero a leitura de contos eróticos uma atividade deliciosa e de vez em quando bate uma enorme saudade de compartilhar minhas experiências.

Desta vez, aconselhada por uma amiga, resolvi reeditar alguns textos e publicar aqui neste blog.

Estou maquinando outras coisas em minha vida profissional e, quem sabe, não arrumo um tempo para voltar a escrever contos inéditos?

Por enquanto, delicie-se com os antigos...

P.S.: Sexualmente falando, tudo que faço é sempre com muito cuidado, incluive preocupando-me com o conforto e a saúde. Algumas vezes, não menciono isso, mas que fique claro que o cuidado existiu, principalmente com relação ao uso de camisinha. Por tratar-se de conto erótico, ocultei algumas informações e modifiquei outras.